MASCOTE NOTICIAS E BELEZAS NATURAIS: 2016-02-07

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11 de fevereiro de 2016

Mascote: Dupla é presa enquanto se passava por policiais

Dois homens foram presos na noite de quarta-feira (10), no município de Mascote, sul da Bahia, quando faziam abordagens em moradores, fingindo serem policiais. A dupla foi surpreendida por policiais militares da cidade de Camacan, a cerca de 26 quilômetros de Mascote, que pediram a identificação dos homens. 


Segundo a PM de Camacan, Natanael Dantas Messias, de 26 anos, e Diego da Silva Calazans, de 27, foram presos em flagrante, por volta das 20h, com um par de algemas, uma pistola calibre 380 e dois carregadores com 24 cartuchos. A dupla foi presa em flagrante e levada para a delegacia de Itabuna, também no sul da Bahia, onde é localizada a coordenadoria regional. *Informações do G1

Bahia Folia premia ‘Paredão Metralhadora’ como música do Carnaval 2016

Foto: Reprodução/ Youtube
Bahia Folia premia ‘Paredão Metralhadora’ como música do Carnaval 2016
O Bahia Folia, prêmio da Rede Bahia que elege a música do Carnaval de Salvador, premiou a canção Paredão Metralhadora, da banda A Vingadora, como canção da festa em 2016. De acordo com o BA TV, a emissora ouviu populares e aferiu a quantidade de vezes que a música foi executava no circuito. Em entrevista ao Bahia Notícias, antes de receber a notícia, a cantora e compositora do single Tays Reis entregou a escolha para o “povão”. “Vai depender do povão, deixa o povo dizer", declarou.

Lula sente que está em ‘gincana’ com MP e PF: ‘Há um projeto para me destruir'

Foto: José Cruz/ Agência Brasil
Lula sente que está em ‘gincana’ com MP e PF: ‘Há um projeto para me destruir'
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria confessado a aliados que se sente no meio de uma “gincana” com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF). Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, os órgãos públicos estariam disputando internamente pelo prêmio, que seria o próprio Lula. A um amigo de confiança, o ex-presidente teria se demonstrado estar inconformado. "Eu nunca fiz disputa fora da política. E agora, comigo, estão passando desses limites. Estão jogando abaixo da linha da cintura. Há um projeto para me destruir, e ao nosso legado", teria dito. "Poderia ter ganho milhões, milhões. Mas todos que me conhecem sabem que a minha preocupação nunca foi ganhar dinheiro. E sim transformar o país. Isso ninguém tira de mim", defende o petista a aliados.

10 de fevereiro de 2016

Foliões ignoram crise e curtem Carnaval em camarotes e apartamentos alugados

Aluguéis de apartamentos nos circuitos custam mais de R$ 20 mil por um período de apenas sete dias

À beira da piscina cheia de amigos e fazendo selfies para publicar nas redes sociais, rotina que pretende manter até quarta-feira de Cinzas, a empresária paulista Priscila Alcântara, 27 anos, é direta: "Carnaval aqui é mais seletivo. Não tem assalto e nem gente encostando em mim". Ao menos nos flats da avenida Oceânica, no bairro de Ondina, em Salvador, ela tem razão.
Com duzentos metros quadrados, bebida à vontade e segurança contratado escoltando todos os cômodos, a alegria dela e dos convidados é assistir aos shows das bandas de axé da varanda-camarote do Costa Espanha, um luxuoso imóvel com três quartos, piscina e outras regalias, em frente ao circuito da folia. "É melhor até do que camarote", diz.
A folia para Paulo Magalhães e amigos custa caro: começa em bloco e termina em camarote 
(Foto: Roberto Abreu/CORREIO)
Alugados por valores que ultrapassam R$ 20 mil no Carnaval por um período de sete dias, imóveis como o que Priscila está hospedada acomodam até 15 pessoas. Eles recebem grupos de jovens que não dispensam o luxo e que estão dispostos a pagar o preço que for necessário pela mordomia, conforme relatam.
"Se atende todas as nossas necessidades, vale a pena, independente do valor. Não existe crise quando a oferta é boa", afirma o médico Marcos Paulo Azevedo, 26, amigo da empresária. A conta para os quatro que estão por lá, segundo eles, deve fechar em torno de 50 mil até o fim da folia. 
No Camarote Salvador, o mais badalado do circuito Barra/Ondina, famoso por receber atores globais e empresários milionários, o analista financeiro Cláudio Meireles, 38, calcula que ele e outros três amigos - turistas de Santa Catarina - devem desembolsar cerca de R$ 60 mil em uma semana. Mais da metade desse valor foi para o aluguel na Barra e para os ingressos do camarote. 
Para eles, que repetem o esquema pelo quarto ano seguido, a crise não chegou. "No ano passado, demoramos e não conseguimos comprar todos os dias do camarote, mas desta vez deu certo", comemora. O grupo e a conta só não são maiores do que no Carnaval passado porque "uns caras começaram a namorar e caíram fora", segundo afirma um dos foliões do grupo, aparentemente decepcionado.
Pagar R$ 900 pelo ingresso de uma noite no Camarote Villa Mix não pesa no bolso do advogado baiano Hugo Correia, 25. Para ele, em um cenário de recessão que o país enfrenta, as pessoas podem até passar a escolher mais criteriosamente o tipo de diversão e o quanto irão gastar, mas a qualidade do que se oferece fala mais alto do que a economia. "Os shows exclusivos me atraíram, as pessoas aqui são interessantes. Tenho tratamento VIP e me sinto seguro, não me importo com o valor da entrada", diz.
Open bar e all inclusive até o começo da manhã, SPA e shows exclusivos são algumas das mordomias que os foliões listam como atrativos nestes espaços. "O Brasil pode estar em crise, mas não vou deixar de curtir meu Carnaval do jeito que eu gosto", diz a estudante de odontologia Lara Gomes, 18.
Parcelamento  
Do outro lado dessa equação, está a turma com orçamento apertado, mas que não pensa em deixar de lado a folia em camarote. A enfermeira Ludmila Nobre, 32, desempregada há oito meses, não sabe muito bem como vai pagar o dia de festa no Camarote Salvador. Ela comprou a camisa por R$ 2.300 e parcelou tudo no cartão. A conta, no entanto, não fecha no orçamento.
Mesmo com aluguel atrasado, a enfermeira diz não se arrepender. "Aqui tem gente famosa e bonita. Selecionada, entende? Não quis passar meu Carnaval no meio da farofa", diz.  
Quem também se diz endividada é a psicóloga Renata Rodrigues, 28. Para os cinco dias de ingressos do Camarote Salvador não pesar no orçamento, ela parcelou tudo no cartão de crédito. "Porque daí não mexo na poupança e fica mais leve para mim", explica.
Isopor 
Bem em frente ao camarotes onde a crise não bateu, estão os foliões da pipoca - aqueles que não têm abadá de bloco, mas curtem os trios elétricos ao lado de cordas. São os que acreditam que para se divertir na folia não precisam gastar muito.
Nos grupos reunidos no circuito, isopor e cooler não são difíceis de encontrar. Eles abrigam vodca, energético e muita cerveja. Tudo comprado em supermercados e levados afundados ao gelo para a avenida.
"Eles trazem tudo hoje em dia. Cerveja eu já estava acostumada. Mas aí, ontem, apareceu um grupo com hot dog", diz a ambulante Neuza Silva, 45, há 17 no circuito. "A cada ano que passa parece que a coisa fica pior".
Os foliões que levam bebida e comida para o circuito explicam que a recessão encareceu produtos como a cerveja e dizem não temer serem vistos como 'farofeiros'. "Acho que a gente acaba gastando menos da metade do que gastaria se deixasse para comprar as coisas aqui", afirma o publicitário Diogo Martins, 19.
Com biquíni e um pequeno pirulito em formato de coração na boca, a estudante de biologia Laiane Duarte, 22, é uma das que compõe a roda. "Não tem comparação, é muito mais barato. Sem falar que a cerveja que a gente está acostumado a beber não tem no circuito", diz.
O 'open bar' da turma do isopor, porém, faz ambulantes reclamarem da queda no faturamento. A saída para Neuza, por exemplo, que vende um latão de cerveja por R$ 4 e uma caipirinha por R$ 12, foi manter os preços iguais ao ano passado e aceitar o prejuízo.
"Quando não estão bebendo em camarote, trazem de casa. Fica difícil. Nos anos anteriores, eu ganhava mais de R$ 1,5 mil por dia. Hoje, eu não tiro nem R$ 400", reclama.*Correio 

Pedindo paz, Kannário arrasta multidão em trio pipoca no Campo Grande

"Faz um coração para o Kannário", pediu ao entrar na avenida; cantor comandou ontem show em Periperi



Kannário disse ainda que até o final do percurso o clima vai ser de diversão e paz. "A favela se respeita", chegou a comentar antes de cantar a música Depois de Noiz é Noiz De Novo". Kannário também defendeu sua música de trabalho como a música do Carnaval. "Se já tocou por aqui uma música mais forte que esta, eu paro meu arrastão e vou pra casa. A música tem que ser eleita pelo povo e não por jabá", disse. 
Ao passar na passarela onde ficam as TVs, logo cumprimentou o prefeito ACM Neto. "Vou chamar de meu prefeito mesmo, porque é meu e f....". 
Kannário mandou recado para o prefeito de Salvador ACM Neto. "Vou chamar de meu prefeito mesmo..."(Foto: Valter Pontes/AGECOM) 
Na noite de ontem, o cantor comandou a festa no bairro de Periperi, dentro da programação do Carnaval dos Bairros. O show durou pouco mais de uma hora e, de acordo com a polícia, reuniu 12 mil pessoas.
Também preocupado com a segurança do público mirim que acompanhou o show em Periperi, Kannário pediu para os pais terem cuidado com as crianças, que por conta da proximidade com as estruturas do palco poderiam se machucar nos fios ou cair das caixas de som. Antes de as crianças serem retiradas do local, o cantor chegou a entregar um lencinho para uma delas.
Confira vídeo da pipoca de Kannário:


8 de fevereiro de 2016

'Eu gritava Igor Kannário', diz Neto, durante passagem da pipoca

Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
'Eu gritava Igor Kannário', diz Neto, durante passagem da pipocaO prefeito ACM Neto declarou apoio, nesta segunda-feira (8), ao cantor Igor Kannário, que levou uma multidão com seu trio sem cordas no circuito Osmar (Campo Grande). “O Kannário é um cara que tem muito valor. No ano passado, a gente deu uma oportunidade em um momento difícil para ele, que ninguém queria colocar ele no carnaval. Eu acreditei e o melhor de tudo é que, de lá para cá, o Kannário só fez crescer na sua carreira, levando mensagem de paz, com sucessos estourados no Brasil todo”, afirmou, destacando que “ninguém mais viu Kannário envolvido em nada, nenhum problema”. Para o chefe do Executivo municipal, o cantor de pagode tem “um bom coração” e que “é muito mais a questão da sensibilidade com a pessoa”. Questionado sobre ter dividido o coro do público, que ora gritava seu nome, ora gritava o de Kannário, Neto fez uma reverência ao pagodeiro. “Eu fico feliz que ele esteja fazendo esse sucesso todo. A pipoca dele é a maior do carnaval, não teve nenhuma igual a essa”, disse, para completar: “Eu gritava Igor Kannário, eu gosto dele, cara”.


Porte de carteira de habilitação pode deixar de ser obrigatório

Projeto de lei aprovado na Câmara desobriga também necessidade de se levar o documento do veículo


O porte da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo pode deixar de ser obrigatório, segundo o Projeto de Lei 8022/14, aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.
De acordo com as autoras do projeto, a ex-deputada Sandra Rosado e a deputada Keiko Ota (PSB-SP), as autoridades de trânsito têm sistemas online, que permitem a verificação instantânea da situação do condutor e do veículo, mesmo que o motorista não esteja portando a CNH ou o documento do carro.
Foto: José Cruz/Agência Brasil
Carteira de Habilitação e documento do veículo podem deixar de ter porte obrigatório
Ainda segundo o projeto de lei, em caso de impossibilidade de consulta ao banco de dados, a multa e a pontuação na carteira devem ser canceladas se o condutor apresentar em 30 dias a CNH e/ou o comprovante de pagamento do licenciamento.
Para ser aprovado na Comissão de Viação e Transportes, uma emenda foi adicionada ao projeto, tornando obrigatório o porte de outro documento legal de identificação do condutor. O texto ainda vai ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"