Já o índice dos três principais tucanos teve queda; levantamento foi feito antes de vir a público a lista de Fachin Pesquisa inédita do Ibope mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula
da Silva (PT) voltou a ser o presidenciável com maior potencial de voto
entre nove nomes testados pelo instituto. Pela primeira vez desde 2015,
os eleitores que dizem que votariam nele com certeza (30%) ou que
poderiam votar (17%) se equivalem aos que não votariam de jeito nenhum
(51%), considerada a margem de erro. Desde o impeachment de Dilma
Rousseff, há um ano, a rejeição a Lula caiu 14 pontos.
Foto:Imagem de internet.
A pesquisa foi feita antes de vir a público a lista do
ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), com as
delações de executivos da Odebrecht que acusaram o ex-presidente de
corrupção, junto com dezenas de outros políticos. Se a divulgação das
denúncias prejudicou a imagem de Lula (e de outros denunciados), não
houve tempo de isso ser captado pelo Ibope.
Sem saber, vítima passou o número do celular do
vendedor para o golpista, que fez a clonagem. Conversas eram só por meio
do aplicativo.
Aplicativo dá maneira para dificultar a clonagem do número
Criminosos estão usando o aplicativo de WhatsApp para aplicar golpes
em quem pretende comprar carros. Segundo a polícia, eles conseguem
clonar telefones de vendedores de concessionárias e negociam a venda com
a vítima pelo aplicativo. Na região de Santa Fé do Sul (SP), algumas
pessoas caíram neste novo tipo de golpe.
Um empresário que prefere não se identificar achou que estava
fechando negócio com um amigo, vendedor de uma concessionária de
veículos de São José do Rio Preto (SP). Mas caiu em um golpe e perdeu R$
70 mil. Toda a negociação da compra de um carro foi feita pelo
WhatsApp, que tinha o número e a foto do vendedor, que a vítima já
conhecia, só que quem estava no comando da conta do aplicativo era um
golpista.
A fraude aconteceu da seguinte forma: a vítima viu o anúncio da
venda de uma carta de crédito na internet, no valor de R$ 94 mil, sendo
oferecida por R$ 70 mil. O documento dava direito à retirada de um carro
em qualquer loja de veículos do país. A vítima chegou a falar com uma
pessoa por telefone e negociar a retirada do carro numa concessionária,
em Rio Preto.
O presidente Michel Temer negou nesta segunda-feira (17) a articulação
de um "acordão" entre ele e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e
Fernando Henrique Cardoso para conter as investigações da Operação Lava
Jato.
Em entrevista à rádio Jovem Pan, Temer assegurou que não aceitaria
fazer um acordo desse tipo. "Fazer um acordão para solucionar os
problemas que hoje estão entregues ao Judiciário, ao Ministério Público e
acabar com o que está aí é absolutamente inviável. Eu não participo,
não promovo e jamais fui questionado ou perguntado a respeito disso, se
toparia fazer uma coisa dessa natureza", disse. O presidente explicou
que poderia participar de uma discussão sobre reforma política. Segundo
Temer, Lula disse a ele para conversar sobre o assunto quando os dois se
viram na época da internação da ex-primeira dama, Marisa Letícia. "Se
num dado momento disserem 'olha Temer, você passou 24 anos no
parlamento, o presidente Fernando Henrique não sei quantos anos, Lula
igualmente, vocês não querem trabalhar um pouco na hipótese de uma
reforma política?', aí quem sabe [eu participe]. Mas apenas sobre esse
tópico, não sobre isso que está acontecendo", esclareceu.
A situação de Lula se complicou a tal ponto que ele passou a ter
dificuldades para sair da enroscada que ele próprio se envolveu ao
receber propinas da Odebrecht. Ele e seu filho, a partir da delação dos
ex-executivos da empreiteira e de terceiros. Não se imaginava que o
operário que surgiu no ABC paulista passasse a se envolver com Emílio
Odebrecht e, a partir daí, ganhou muito dinheiro, assim como aconteceu
com grande parte dos petistas. Mas não somente o seu partido e sim as
demais legendas, principalmente o PMDB, o PSDB e o PP, todos envolvidos
na tramoia. O ex-presidente da República é quem parece estar pior,
juntamente com o senador Aécio Neves que teria recebido no processo
eleitoral de 2014 nada menos do que R$ 226 milhões de reais. Voltando à
situação de Lula, ele está totalmente encalacrado e deverá assim ficar
por muito tempo e se despedir da condição de político. As suas chances
para uma nova eleição supõe-se que sejam nenhuma. Na verdade, ele levou o
PT que fundou a um despenhadeiro sem retorno. Provavelmente ele será
condenado mais cedo ou mais tarde. A ambição do ex-operário, hoje homem
rico, levou-o a esta situação e agora não tem como dela sair. Foi-se,
imagina-se, a bela história de um operário que construiu um partido e
está sem saída. De tal maneira em tamanha dificuldade que poderá vir a
ser preso, tal são os processos que irá enfrentar.*Samuel Celestino/Bahia/Notícias
"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"