MASCOTE NOTICIAS E BELEZAS NATURAIS: 2016-06-26

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30 de junho de 2016

Jovem é detido ao entregar marmita para policiais do BME


Policiais pediram marmitas na hora do almoço. Só não contaram que o entregador fosse um jovem que tinha um mandado de prisão em aberto

Daniel foi levado ao Centro de Triagem de Viana
 
Com algumas marmitas nas mãos e muita cara de pau um entregador de 19 anos desafiou os policiais do Batalhão de Missões Especiais (BME) na tarde desta quarta-feira (29). Isso porque, o jovem tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça e mesmo assim foi fazer a entrega aos policiais. No local, ele foi reconhecido e acabou preso.
 
De acordo com Tenente Anthony, chefe da comunicação do BME, todas as tardes os policiais costumam pedir marmitas. Hoje não foi diferente e por volta das 12h30 eles ligaram para uma empresa que presta esse tipo de serviço. O entregador era Daniel Rodrigues Alves, de 19 anos.
 
“Assim que ele chegou na portaria, o policial responsável por tomar conta do pátio do quartel já reconheceu o acusado. Ele falou: "Eu já prendi você. Qual o seu nome completo?”. O suspeito respondeu e o policial pediu que ele entrasse”, explicou.
 
Depois, o policial pediu que Daniel aguardasse um pouco e foi checar o nome informado por ele no Centro Integrado de Operação e Defesa Social (Ciodes). O sistema informou que Daniel estava com mandado prisão em aberto por tráfico de drogas e desacato. O policial foi até ele e deu voz de prisão. Ele não reagiu.
 
Antony contou que foi a primeira vez que um procurado pela polícia foi até o Batalhão, espontaneamente, para vender algo.
 
“É a primeira vez que vejo algo semelhante. Chega a ser cômico. Difícil entender porque ele foi entregar marmita no quartel. Provavelmente acreditou que ninguém o reconheceria, ou que não haveria recursos para essa investigação imediata, ou até mesmo foi para zombar de nós mesmo. Mas se deu mal”.
 
Daniel foi levado ao Centro de Triagem de Viana.*GAZETA

29 de junho de 2016

Tecnologia : 'Robô advogado' reverte 160 mil multas de trânsito

Foto: Divulgação 
'Robô advogado' reverte 160 mil multas de trânsito
Um robô criado por um estudante de 19 anos ganhou o apelido de “primeiro robô advogado do mundo” após conseguiu vencer 160 mil contestações relacionadas a multas de trânsito em Londres e Nova York em 21 meses. O “DoNotPay”, um programa de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoas, auxilia motoristas que se sentem injustiçados por levar multas de estacionamento proibido. Desde o lançamento, o sistema já analisou 250 mil casos, tendo obtido uma taxa de sucesso de 64%. Joshua Browder, estudante responsável pelo projeto, teve a ideia após levar 30 multas do tipo em Londres quando tinha 18 anos. O processo de contestação no local é burocrático e consiste basicamente em preencher formulários, o uso da inteligência artificial cai perfeitamente, segundo os pesquisadores, porque tudo o que o robô precisa fazer é perguntar coisas como se havia sinais claros de estacionamento e depois guiar o reclamante pelo sistema oficial. Browder agora pensa em expandir o programa para Seattle e começou a desenvolver sistemas semelhantes para ajudar pacientes com HIV a entender seus direitos, auxiliar passageiros cujos voos atrasaram mais de quatro horas e um bot que ajuda refugiados a pedir asilo.  “Eu acho que existe uma mina de ouro de oportunidades, porque tantos serviços e informações poderiam ser automatizados usando inteligência artificial e bots são perfeitos para isso. E é desapontador neste momento que eles têm sido usados principalmente para transações comerciais e para pedir flores e pizzas”, diz Joshua. Acesse o robô advogado aqui.

27 de junho de 2016

Mesmo com importação, feijão deve continuar caro até novembro

O governo anunciou redução a zero da alíquota de importação de feijão, de qualquer país, por prazo de 90 dias. A medida foi criada com o intuito de estimular as importações do grão, numa tentativa de baixar os preços do produto. 

Porém, o feijão carioca, que responde por mais de 70% do consumo nacional, é um produto genuinamente brasileiro e não é encontrado em outros mercados. Com isso, a importação de feijão preto e de outros tipos não deve solucionar a crise de abastecimento. A medida pode apenas baratear o feijão preto e forçar uma mudança de hábito, fazendo com que muitos optem pelo grão preto, em vez do feijão carioca. Tradicionalmente, o Brasil importa entre 100 e 150 mil toneladas de feijão preto por ano, sendo a Argentina o principal fornecedor do produto. Como os países do Mercosul integram um mercado comum, o feijão argentino já é importado sem taxas. 

Além disso, segundo Sandra, a importação de feijão é irrelevante diante da produção brasileira, de 2,9 milhões de toneladas na safra 2015/2016. Mesmo assim, já houve um incremento nas importações. De janeiro a maio de 2016, foram importadas 69,3 mil toneladas de feijão (todos os tipos de feijão, secos e em grãos), contra 44,6 mil toneladas no mesmo período de 2015, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. *Por Darlene Santiago/Uol

Baiano de 12 anos é morto por guarda civil em São Paulo

 
Um adolescente de 12 anos foi morto por um GCM (Guarda Civil Metropolitana) na noite deste sábado (25) na zona leste de São Paulo. Guardas-civis realizavam ronda na região de Cidade Tiradentes quando alguns motoqueiros se aproximaram e disseram que haviam sido assaltados por dois homens que estavam em um Chevette prata. 

Os guardas localizaram o carro e começaram a perseguição. Segundo a polícia, os ocupantes do veículo efetuaram disparos contra os guardas, que revidaram. Na perseguição, o carro da GCM bateu em outro veículo. Um dos tiros atingiu o adolescente Waldik Gabriel Silva Chagas, que estava no banco de trás do carro. Na rua Regresso Feliz, por volta das 22h30, os criminosos abandonaram o carro, com o adolescente ferido, e fugiram a pé. 

A mãe conta que o filho nunca foi detido pela polícia, mas de um ano para cá começou a "dar problema" e tinha se envolvido em pequenos assaltos. "O pessoal falava que ele estava andando com um pessoal errado, mas meu filho não era marginal. Quero justiça, mataram meu filho".O menino nasceu em Brumado, na Bahia, cidade natal da mãe, que mora há 27 anos em São Paulo. Quando estava grávida, ela voltou para a Bahia e, quando Waldik tinha 8 meses, ela retornou para São Paulo.

Morador flagra fenômeno 'onda azul fluorescente' em praia do litoral de SP

Segundo especialistas, esse fenômeno causado por um efeito biológico é chamado bioluminescência 

Um morador de Santos, no litoral de São Paulo, flagrou, na madrugada deste domingo (26), um fenômeno natural 'onda azul fluorescente' em uma praia da cidade. Segundo especialistas, esse fenômeno causado por um efeito biológico é chamado bioluminescência e ocorre quando criaturas marinhas microscópicas ficam agrupadas e agitadas.

O biólogo do Instituto Gremar, órgão responsável pela reabilitação e cuidados com animais marinhos na Baixada Santista, explica que o efeito luminoso ocorre justamente por conta do agito das ondas do mar. "Os fitoplânctons realizam esse processo biológico que ocorre quando bilhões deles são agitados ao mesmo tempo. Isso acontece também em outras praias do Brasil e do mundo, mas como aqui há muita iluminação, às vezes essa reação passa despercebida", explica Thiago Nascimento.

Lâmpadas incandescentes não poderão ser vendidas no Brasil a partir da próxima quinta

Foto: Reprodução / Novo Tempo
Lâmpadas incandescentes não poderão ser vendidas no Brasil a partir da próxima quinta
A partir da próxima quinta-feira (30), as lâmpadas incandescentes não poderão mais ser vendidas no Brasil. De acordo com a Agência Brasil, fabricantes, atacadistas e varejistas serão fiscalizados a partir da data. Os estabelecimentos, importadores e fabricantes serão fiscalizados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), e poderão ser multados caso não sigam a nova legislação. Para o diretor técnico da Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux ), Isac Roizenblatt, vale a pena aproveitar a proibição para investir em lâmpadas mais modernas, como as fluorescentes ou as de LED. “O que custa pesado para os consumidores não é o preço da lâmpada de fato, é o preço da energia ao longo do tempo. Então, esse investimento retorna rapidamente”, explica. Enquanto uma lâmpada incandescente de 60 watts custava em média R$ 2,90, uma equivalente de LED custa em torno de R$ 8,90. Segundo ele, a melhor opção é usar as lâmpadas LED, que são mais eficientes e não contêm metais pesados.

REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"