MASCOTE NOTICIAS E BELEZAS NATURAIS: 2016-05-01

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6 de maio de 2016

Filho de político com mais de 100 processos acerta a Mega-Sena

 A aposta de Riva Júnior foi uma das três vencedoras da Mega-Sena das Mães, sorteada pela Caixa Econômica Federal na noite de quinta-feira
 
Conhecido por responder a mais de uma centena de processos nos âmbitos cível e criminal, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso, José Geraldo Riva (PSD) mostrou, de novo, que é uma pessoa de sorte. Perto de completar um mês em liberdade (ele foi solto em 8 de abril após seis meses de prisão por decisão do ministro do STF Gilmar Mendes), Riva comemorou, na noite de quinta-feira (05), o prêmio de R$ 11,2 milhões da Mega-Sena vencido por seu filho, José Geraldo Riva Júnior, e mais dois amigos. Uma foto de Riva comemorando o prêmio com o filho circula nas redes sociais.
 
José Geraldo Riva (de camisa branca) comemora com o filho, José Geraldo Riva Júnior (o último, da esquerda para a direita) e amigos o prêmio da Mega-Sena
A aposta de Riva Júnior foi uma das três vencedoras da Mega-Sena das Mães, sorteada pela 
 
Caixa Econômica Federal na noite de quinta-feira. Ela foi feita na lotérica Ponto da Sorte, em Cuiabá (MT), com oito números, no valor de R$ 98. Com isso, os três ainda acertaram 12 quinas (R$ 373 mil) e 15 quadras (R$ 12 mil), o que elevou o prêmio de R$ 10,8 milhões da Mega-Sena para R$ 11,2 milhões. Apostas de Belém (PA) e Santo André (SP) também acertaram as seis dezenas da Mega-Sena na quinta-feira.
 
Deputado estadual por cinco mandatos, José Geraldo Riva foi preso pela quarta vez em 13 de outubro de 2015 durante a Operação Metástase, que investiga desvio de R$ 1,7 milhão de verba de suprimento da Assembleia de Mato Grosso. Ele já havia sido preso em maio de 2014, durante a operação Ararath; em fevereiro de 2015, na operação Imperador, acusado de participar de desvios de R$ 62 milhões; e em julho de 2015, na operação Ventríloquo, sob acusação de desviar R$ 10 milhões.

*Fonte: Agência O Globo

3 de maio de 2016

Por causa da crise, Band afirma que deixará de transmitir o Campeonato Brasileiro

Band transmitia partidas em
 temporadas anteriores
Por causa da crise, Band afirma que deixará de transmitir o Campeonato Brasileiro
 Através de nota emitida para a imprensa nesta terça-feira (3), o Grupo Bandeirantes comunicou que não fará a transmissão do Campeonato Brasileiro da Série A a partir deste ano. De acordo com a divulgação, o motivo do término do licenciamento é "o agravamento da crise econômica" no Brasil. Com isso, a Rede Globo de Televisão, detentora dos direitos de transmissão da competição nacional, será a única a realizar as transmissões em TV aberta. O Campeonato Brasileiro da Série A terá início no dia 14 de maio.Divulgação 

Três morrem em confronto com a polícia em Paraíso

Três homens morreram em confronto com a Polícia Militar, na noite de ontem(02), no distrito de Paraíso,município de Mascote,cidade sula da Bahia. De acordo com informações, os homens que foram identificados como: Uires dos Santos Souza, Erenildo Miranda dos Santos e Uenderson dos Santos Souza, haviam roubado uma motocicleta na localidade. Quando em perseguição, trocaram tiros com a PM, vindo a óbito no local.Os casos de violência são constantes na região,e em Paraíso,município de Mascote,os registros são assustadores,com elevado índice de assaltos,arrombamentos,disputas por pontos de droga,homicídios,troca de tiros e exibição de armas,além de atearem fogo em casas e no meio deste fogo cruzado,ficam pessoas que não possuem nenhuma ligação com a vida do crime!
 
 

2 de maio de 2016

WhatsApp será bloqueado por 72 horas após determinação da Justiça

A decisão do juiz Marcel Montalvão para as operadoras de telefonia fixa e móvel valerá a partir das 14h desta segunda-feira (2)

Foto: EBC

A Justiça de Lagarto (SE) determinou o bloqueio do aplicativo Whatsapp em todo o país por 72 horas. A decisão do juiz Marcel Montalvão para as operadoras de telefonia fixa e móvel - TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel - valerá a partir das 14h desta segunda-feira (2). 

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, caso a decisão seja descumprida, as operadoras poderão pagar multa diária de R$500 mil. O motivo da interrupção do serviço não foi divulgado. 

Essa não é a primeira vez que a Justiça interfere no funcionamento do serviço de mensagens instantâneas no país. Em dezembro do ano passado o aplicativo foi interrompido por 48 horas por conta de uma de uma investigação. Na época, a decisão foi da 1ª Vara Criminal de São Bernardo do Campo, por meio de uma medida cautelar. O bloqueio foi solicitado às operadoras de telefonia dentro de uma investigação sobre "quebra de sigilo de dados"

Dilma vai renunciar e pedir novas eleições para outubro, diz jornal

Segundo o jornal O Globo, a PEC deve ser enviada nos próximos dias

Dilma Rousseff em ato no Anhangabaú (Foto: PT)

A presidente Dilma Rousseff pode enviar ao Congresso uma proposta de emenda constitucional (PEC) para que sejam realizadas novas eleições presidenciais ainda neste ano. Segundo o jornal O Globo, a PEC deve ser enviada nos próximos dias. 
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Dilma quer antecipar eleição presidencial para outubro

A ideia é encarada como a cartada final pelo grupo da presidente

Foto: Divulgação
Dilma e ministros palacianos concordaram com a ideia da eleição

A derradeira semana antes de o Senado analisar o pedido de impeachment não terminará sem medidas drásticas. Ainda dispondo dos poderes de presidente, que perderá caso o processo seja aberto, Dilma Rousseff deve enviar nos próximos dias ao Congresso uma proposta de emenda constitucional que estabelece novas eleições em 2 outubro. Apesar da resistência de movimentos sociais, a ideia, defendida por um grupo de senadores, é encarada como a cartada final pelo grupo da presidente.
 
Dilma e ministros palacianos, como Jaques Wagner (Casa Civil) e Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), concordaram com a ideia da eleição, mas a presidente ainda gostaria de conquistar o consenso dos movimentos sociais. Não há unanimidade entre os ministros, no entanto. Um deles defende que a renúncia seria a negação de todo o discurso de que o processo de impeachment é um golpe, adotado pela presidente até aqui.
 
Ao bunker do vice-presidente Michel Temer, que vem se preparando para assumir o cargo por 180 dias a partir do dia 11, quando o plenário do Senado decidirá o destino de Dilma, chegou a informação de que a presidente faria, na próxima sexta, um pronunciamento, em cadeia de rádio e TV, lançando a proposta de eleição direta. Ela renunciaria ao cargo e pediria a Temer que fizesse o mesmo. A reação do vice é taxativa: a chance de ele aceitar é nula.
 
"Seria fugir da responsabilidade. Essa, sim, é uma proposta golpista", disse ao GLOBO quando essa tese começou a circular, na semana passada.
 
O senador Paulo Paim (PT-RS), que integra o grupo defensor da antecipação do pleito, lembrou duas pré-condições: que ela e o vice-presidente Michel Temer renunciem e que o Congresso seja pressionado pelas ruas.
 
"Diria que no PT cresce o apoio, porque eu e os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Lindbergh Farias (PT-RJ) estamos apoiando. As pesquisas dizem que a população quer novas eleições. Se isso tudo for verdadeiro, que deixemos o povo eleger presidente e vice numa grande consertarão", disse Paim.
 
O petista admitiu que hoje não há 3/5 dos votos para a aprovar uma PEC, ou seja, 308 votos na Câmara e 49 votos no Senado, em duas votações em cada Casa. Basta lembrar que Dilma obteve apenas 137 votos na Câmara e não conseguiu barrar o processo de impeachment.
"Percebemos que o impeachment está caminhando e decidimos no meio do caminho encontrar uma alternativa. Claro que hoje não tem voto. Sabemos. Só é viável se houvesse um grande entendimento entre Executivo e Congresso", disse Paim.
 
Na última sexta-feira, o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, esteve com sindicalistas na capital paulista para "sentir a temperatura" desses movimentos em relação à ideia. Há resistência do MST, por exemplo.
 
Preocupada com o destino dos ministros mais próximos, que já estudam migrar para cargos nas administrações estaduais, a presidente programa um "colchão". O governo vem formatando um documento legal para garantir salário e imunidade ao primeiro escalão durante o período que durar o processo no Senado. A ideia é que eles tenham quarentena de seis meses. A lei vigente hoje, de maio de 2013, já estende aos ministros a quarentena, antes restrita a diretores de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. O texto não deixa claro, no entanto, se deve haver pagamento de salário nesse período.
 
O afastamento do trabalho, segundo a lei, seria obrigatório para impedir que o ex-ministro atue na área que estava relacionada à sua atividade no governo. "As situações que configuram conflito de interesses envolvendo ocupantes de cargo ou emprego no âmbito do Poder Executivo federal, os requisitos e restrições a ocupantes de cargo ou emprego que tenham acesso a informações privilegiadas, os impedimentos posteriores ao exercício do cargo ou emprego e as competências para fiscalização, avaliação e prevenção de conflitos de interesses regulam-se pelo disposto nesta Lei", diz o artigo 1º da chamada lei de quarentena.
 
Pelas regras, servidores obrigados a cumprir quarentena, não podem "prestar, direta ou indiretamente, qualquer tipo de serviço a pessoa física ou jurídica com quem tenha estabelecido relacionamento relevante em razão do exercício do cargo ou emprego". Também não podem "aceitar cargo de administrador ou conselheiro ou estabelecer vínculo profissional com pessoa física ou jurídica que desempenhe atividade relacionada à área de competência do cargo ou emprego ocupado".
 
A lei proíbe ainda a estes servidores "celebrar com órgãos ou entidades do Poder Executivo federal contratos de serviço, consultoria, assessoramento ou atividades similares, vinculados, ainda que indiretamente, ao órgão ou entidade em que tenha ocupado o cargo ou emprego". (Colaborou Jailton de Carvalho)

Fonte: Agência O Globo

 

Dilma anuncia reajuste de 9% no Bolsa Família e correção de 5% do IR

A presidente anunciou ainda ampliação da licença-paternidade para servidores públicos

Dilma Rousseff
A presidente Dilma Rousseff anunciou aumento médio de 9% dos benefícios do Bolsa Família e afirmou que o reajuste não vai causar danos fiscais durante o ato de 1º de Maio no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Segundo ela, um eventual governo Temer pretende limitar o benefício apenas aos 5% mais pobres do país, o que deverá resultar no fim do benefício para 36 milhões de pessoas.
 
A presidente chegou por volta de 13h40. O ex-presidente Lula não compareceu ao ato. Segundo sua assessoria, ele está sem voz.
 
"São 36 milhões que estarão entregues à livre força do mercado para se virar. Estão afetando não é adulto, homem e mulher adulto, quem mais se beneficia hoje são as nossas crianças e adolescentes, que têm assegurado acesso à alimentação, saúde e educação", discursou Dilma.
 
A presidente anunciou ainda correção de 5% na tabela do imposto de renda para pessoas físicas a partir do ano que vem; criação de um conselho tripartite com empresários, trabalhadores e governo, o Conselho Nacional do Trabalho; a ampliação da licença paternidade para funcionários públicos (de cinco para 20 dias) e convênios com movimentos populares para a construção de 25 mil moradias.
 
Dilma afirmou que os que estão a favor do impeachment vão piorar a situação econômica do país e "ferir a Constituição".
 
"Eles vão aprofundar a crise e rasgar a Constituição, ferindo , maculando a Constituição. Eu vou resistir".
 
A presidente disse que a luta agora é maior do que a resistência durante a ditadura.
"O meu mandato não é o mandato de uma pessoa, é um mandato que me foi dado por 54 milhões de pessoas que acreditavam num projeto. Esse projeto que querem impor ao Brasil não foi o projeto vitorioso nas urnas em 2014. Se querem esse projeto, que vão as urnas em 2018 e coloquem ao crivo do povo brasileiro".
 
Dilma afirmou que o impeachment é um disfarce para um projeto de eleição indireta, levado a cabo pelos que perderam a eleição em 2014 e com "traidores" que estavam junto com o governo. Ela voltou a dizer que não tem conta no exterior, nunca usou recursos públicos em causa própria e nunca embolsou dinheiro do povo brasileiro.
 
"Não recebi propina e nunca fui acusada de corrupção, eles tiveram que inventar um crime", disse Dilma, referindo-se às pedaladas fiscais.
 
Atos contra e a favor do impeachment acontecem em 13 estados e no Distrito Federal, a maioria é pró-Dilma. Em São Paulo, a central Conlutas pede novas eleições. Em Brasília, manifestantes levaram cartazes com a palavra "golpe" em vários idiomas.
 
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, afirmou no ato de 1º de maio realizado pelas centrais sindicais e movimentos populares contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff que o PT não vai conversar com Michel Temer.
 
"Eu não converso com golpista, eu não converso com quem trai sua própria colega de chapa. Nós vamos lutar pela democracia", disse Falcão.
 
Haddad afirmou que a data marca a unidade da classe trabalhadora para impedir retrocesso dos direitos sociais no Brasil.
 
"Estamos chegando no momento mais importante desde 1964. A direita se rearticulou, mas subestima a luta do trabalhador e vai cometer esse erro de novo. Ninguém vai abrir mão da democracia", afirmou.
 
Gilmar Mauro, um dos integrantes da direção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MTST), afirmou que a entidade não vai dar trégua "a qualquer governo impostor" e que os movimentos sociais e de trabalhadores já são vitoriosos porque conseguiram construir uma unidade de esquerda.
 
"Não vamos dar um dia sequer de trégua a qualquer governo impostor", afirmou Mauro.
O dirigente do MST disse que é tarefa dos militantes, de todas as frentes e movimentos, continuar na batalha.
 
"Vimos o cretinismo parlamentar brasileiro dando aula de hipocrisia e de problema crônico e histórico, que mistura o público e o privado", afirmou Mauro, que classificou o Ministério Público de "mequetrefe do MP em defesa da iniciativa privada".
 
Raimundo Bonfim, da Central de Movimentos Populares, afirmou que as entidades populares vão continuar resistindo ao impeachment.
 
"Não vou falar de eventual governo Temer porque não haverá governo Temer. Vamos continuar resistindo nas ruas", afirmou Bonfim, acrescentando que Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, é "vendido" e vai ser escrachado nas ruas junto com Michel Temer e com Eduardo Cunha, a quem chamou de "maior ladrão do país".
 
Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, afirmou que a celebração do Dia do Trabalhador acontece num momento muito grave, que "há um golpe em curso", "uma tentativa arquitetada pela casa grande, que desde 500 anos querem mandar neste país". *Fonte: Agência O Globo

1 de maio de 2016

Em homenagem aos pais, jovem carrega enxada em festa de formatura; veja vídeo

Foto: Reprodução / YouTube
Em homenagem aos pais, jovem carrega enxada em festa de formatura; veja vídeoA homenagem da jovem Kauany Sousa, 24 anos, aos pais durante sua festa de formatura no curso de Serviço Social da Universidade Potiguar (UnP), em Mossoró (RN), causou comoção na internet. Ao ser anunciada, Kauany mostrou um cartaz com a frase “Pai e mãe, meus heróis” e, logo depois, pegou uma enxada e desceu as escadas ostentando a ferramenta, indo ao encontro deles. O ato foi uma referência ao trabalho dos pais, que sempre trabalharam no campo e, assim, conseguiram o sustento que levou a filha a se formar. A homenagem foi feita no dia 9 de abril, mas só agora o vídeo oficial foi divulgado. Em entrevista concedida no ano passado à UERN TV, a jovem relatou difícil situação financeira vivida pela família. “Lembro de ver minha mãe preocupada todos os dias para dar um prato de comida para gente. Muitas vezes, não tinha. Quando um vizinho chegava e dava alimentação, ela agradecia a Deus”, contou. “Todos os meus irmãos e minha mãe plantávamos juntos. Milho, feijão algodão, arroz. Eu gostava me sentia feliz. Na época, meu pai ganhava R$ 20 por semana para trabalhar no sol quente”, contou. 



REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"