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29 de janeiro de 2021

Bolsonaro lidera todos os cenários para 2022 e vence nomes como Lula, Moro e Ciro

Imagem/Reprodução/Internet

O presidente Jair Bolsonaro sai na frente nas intenções de voto na eleição presidencial de 2022 em cenários em que compete com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (sem partido) e Ciro Gomes (PDT). É o que mostram dados levantados pelo Instituto Paraná Pesquisas. 


No cenário 1, Bolsonaro aparece com 30,5% das intenções enquanto Moro ocupa o segundo lugar com 12%. Ciro aparece na terceira posição com 10,6%. Pontuam ainda Fernando Haddad (9,5%), Luciano Huck (8,1%), João Doria (5,4%), Guilherme Boulos (3,5%) e João Amoedo (2,9%).


No segundo cenário, Bolsonaro repete a posição de vantagem e soma 31% das intenções de voto. O nome do ex-presidente Lula teve 17,3% e ficou em segundo lugar. Moro teve 12,1% e Ciro Gomes 9,2%. 


Já no cenário de número 3, a disputa exclui Lula e Moro. A vantagem de Bolsonaro cresce e vai a 33,7%. Ciro Gomes aparece em seguida com 12,1% e Fernando Haddad se aproxima ao somar 11,7% das intenções de voto. Aparecem ainda Luciano Huck com 9,4%; João Doria com 6,7%; Mandetta com 3,8%; João Amoedo com 3,1% e em último lugar Flávio Dino e seu 1%. 


SEGUNDO TURNO
O Instituto Paraná Pesquisas também levantou dados sobre um eventual segundo turno, com embates diretos entre os nomes.

Quando a disputa é entre Jair Bolsonaro e Lula, o atual presidente do Brasil chega a 42,4% e o petista 35,7%. Brancos e nulos 18,5% e não souberam 3,4%.

Já entre Bolsonaro e Moro, o cenário fica tecnicamente empatado. O presidente soma 39,1% e o ex-ministro da Justiça 37,6%.

A pesquisa Paraná ouviu 2002 eleitores durante os dias 22 a 26 de janeiro de 2021. A margem estimada de erro de aproximadamente 2,0%
para os resultados gerais.



27 de janeiro de 2021

Ministro divulga novo valor pago para beneficiários do Bolsa Família

 


O ministro da Cidadania Onyx Lorenzoni recentemente divulgou informações de que o Bolsa Família terá um novo reajuste no valor pago aos beneficiários.

Atualmente o programa de distribuição de renda concede em média um ticket de R$ 190 mensal aos beneficiários. Contudo, a expectativa do governo é superar a marca dos R$ 200 por mês.

Além disso, as faixas de renda que servem para o ingresso no programa também serão reajustadas. A situação de extrema pobreza, atualmente reconhecida quando a renda é de até R$ 89 por pessoa, subirá a cerca de R$ 92 por pessoa.

O ministro Onyx Lorenzoni, ainda informou que a proposta de alteração já foi enviada à Casa Civil. Através da proposta o projeto passará por uma análise dos demais ministros que estejam envolvidos com o programa social.

Ainda conforme declaração do ministro “o presidente deve autorizar que a gente apresente um novo Bolsa. Vai ser o Bolsa Família mesmo, não tem porque mudar, é o programa que as pessoas estão acostumadas”.

Unificação de benefícios

Para conseguir realizar o novo reajuste bem como atingir mais 200 mil famílias, a ideia será de unificar benefícios já existentes ao Bolsa Família. Além da criação de bolsas como, bolsa por mérito escolar; esportivo e cientifico. Com os ajustes o Bolsa Família passará a atender de 14,5 milhões de famílias.

Porém, em qualquer cenário previsto, segundo fontes que participam das discussões já admitiram que não será possível contemplar todos os cidadãos que estão aptos a ingressarem no Bolsa Família.

Atualmente a fila de pessoas inscritas para receber o Bolsa Família gira em torna de 1,3 milhão de pessoas. Os especialistas veem risco desse número aumentar ainda mais, principalmente durante o período de crise econômica com o fim do auxílio emergencial, bem como o aumento no desemprego do país.


25 de janeiro de 2021

Vida de Antônio Carlos Magalhães deve virar filme, diz colunista

O autor do livro é o mesmo de obras biográficas sobre Paulo Machado de Carvalho, Tarso de Castro e do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que está preso.

Foto: Reprodução / Senado Federal

A biografia do ex-senador baiano Antônio Carlos Magalhães pode virar um filme ou uma série. Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, um livro que conta a vida do patriarca da família Magalhães será lançado no fim do ano e já tem uma adaptação em vista.

A obra está sendo escrita por Tom Cardoso e será editada pela História Real/Intrínseca. O autor do livro é o mesmo de obras biográficas sobre Paulo Machado de Carvalho, Tarso de Castro e do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, que está preso.

 

De acordo com Jardim, o jornalista Roberto Feith comprou os direitos autorais do livro sobre o político baiano, que deve virar um longa-metragem ou uma minissérie.

REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"