9 de janeiro de 2015
Governo Federal expulsou 550 servidores públicos por práticas ilícitas em 2014
O
enfrentamento à impunidade no Poder Executivo Federal, resultou
expulsão de 550 agentes públicos por envolvimento em atividades
ilícitas. O número é recorde no comparativo dos últimos 12 anos é
resultado da mudança nas diretrizes prioritárias da Controladoria-Geral
da União (CGU). Ao todo, foram registradas 423 demissões de servidores
efetivos; 58 destituições de ocupantes de cargos em comissão; e 69
cassações de aposentadorias. As penalidades foram aplicadas pelos órgãos
da Administração Pública Federal. Os dados não incluem os empregados de
empresas estatais, a exemplo da Caixa Econômica, dos Correios, da
Petrobras etc. O principal motivo das expulsões foi a comprovação da
prática de atos relacionados à corrupção, com 365 das penalidades
aplicadas ou 66% do total. Já o abandono de cargo, a inassiduidade ou a
acumulação ilícita de cargos são fundamentos que vêm em seguida, com 126
dos casos. Também figuram entre as razões que mais afastaram servidores
proceder de forma desidiosa e participação em gerência ou administração
de sociedade privada. De acordo com o ministro-chefe da CGU, Valdir
Simão, é necessário julgar e punir com rigor os desvios. “É tarefa da
Controladoria ser implacável com aqueles que não andarem na linha”,
afirma. Ele também destaca que a conduta ética e regular dos gestores e
servidores públicos, no cumprimento de suas atribuições, contribui para a
melhoria da qualidade de vida da população
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REFLEXÃO
"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"
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