Esportes
Feliz com a boa fase no Vitória, argentino Maxi destaca evolução na volta ao Brasil
Para o argentino, aparecer em capa de jornal, só quando faz gol ou vai bem nos jogos
28.03.2013 | Atualizado em 28.03.2013 - 14:12
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Foto: Arisson Marinho
Argentino não gosta de dar entrevistas
Angelo Paz
angelo.paz@redebahia.com.br
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Maxi se vira muito bem com o português e adora um
bate-papo com os colegas. Por outro lado, não curte dar entrevista, até
por receio de críticas quanto a sua pronúncia. Para o argentino,
aparecer em capa de jornal, só quando faz gol ou vai bem nos jogos. E
como sua bola anda valorizada no Vitória, ele quebrou o silêncio que já
durava desde sua apresentação, 17 de janeiro.
Sem a presença das câmeras de TV, Biancucchi ficou à
vontade e revelou estar se sentindo em casa na Toca. “Tá tudo legal. Já
me adaptei à cidade, ao grupo, ao clube. Muito adaptado mesmo. Estou
contente por isso. Estou melhor, me sentindo bem e isso reflete em
campo”, comentou o camisa 7, autor da assistência pro gol de Nicácio no
triunfo por 1x0 sobre o Juazeiro, domingo. Até aqui, três jogos e um
gol.
Outro assunto que o gringo faz questão de mencionar é
a sua evolução após a saída do Flamengo, onde fez sete gols em 69
jogos, entre 2007 e 2009. “Na minha passagem pelo Flamengo, eu tava
muito novo. Foi minha primeira saída do país. Eu estou mais experiente.
Com uma filha, mulher, minha vida está em outra etapa. Estou mais feliz
que naquela época, não pelo clube, mas pela situação familiar. Tudo isso
influi para você se adaptar e fazer melhores jogos”, garante o atacante
de 28 anos.
Rodou
Após sair do Brasil, Maxi passou pelo Cruz Azul, do México, e teve destaque no Olímpia, do Paraguai. “No México, conheci diferentes táticas, diferentes estilos de jogo. O Olímpia pra mim também é um clube que gosto muito. Lá, joguei Libertadores, Sul-Americana, então você vai tomando outro tipo de competência”, analisa.
Após sair do Brasil, Maxi passou pelo Cruz Azul, do México, e teve destaque no Olímpia, do Paraguai. “No México, conheci diferentes táticas, diferentes estilos de jogo. O Olímpia pra mim também é um clube que gosto muito. Lá, joguei Libertadores, Sul-Americana, então você vai tomando outro tipo de competência”, analisa.
Da Libertadores para o Baiano, Biancucchi não vê
diferença de motivação. “O que varia é o estilo de jogo, estádio, viagem
longa... Aqui também tem viagem longa hein? Achei que era mais perto
(risos). Mas estamos no caminho certo. Isso é importante”, garante.
Após todas essas declarações em português, o hermano
destacou o bem que te faz a convivência com Escudero e Cáceres. “Quando
estamos juntos, é só brincadeira. Às vezes, você acorda e o português
ainda tá preso e você dá uma relaxada no espanhol”.
Marquinhos
O atacante anda sem espaço e seu empresário, Joel Zanata, está tratando de sua saída, possivelmente para o Goiás. O Vitória autorizou e espera o acerto entre as partes para lançar contrapartida com o negócio: troca ou um valor pelo empréstimo.
O atacante anda sem espaço e seu empresário, Joel Zanata, está tratando de sua saída, possivelmente para o Goiás. O Vitória autorizou e espera o acerto entre as partes para lançar contrapartida com o negócio: troca ou um valor pelo empréstimo.
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