Diversos documentos e HDs foram apreendidos
Doze
prefeitos goianos foram presos durante a Operação Tarja Preta,
deflagrada na manhã de terça-feira (15) pelo Ministério Público de Goiás
(MP-GO).
Todos os gestores são suspeitos de participar de fraudes em licitações para a compra de medicamentos.
"O esquema movimentou, só neste ano, cerca de R$ 15 milhões de recursos públicos”, explicou o procurador-geral de justiça de Goiás, Lauro Machado Borges.
No total, 27 mandados de prisão foram cumpridos em 19 municípios do estado e nas cidades de Barra dos Garças e Pontal do Araguaia, no Mato Grosso. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) expediu mandados de prisão temporária (cinco dias) para os prefeitos, que foram levados no fim da tarde para o Núcleo de Custódia de Goiânia.
Também foram presos na operação seis secretários municipais de Saúde, empresários e advogados.
Com os investigados, foram apreendidos cerca de 20 malotes de documentos que serão periciados pelo Ministério Público.
Todos os gestores são suspeitos de participar de fraudes em licitações para a compra de medicamentos.
"O esquema movimentou, só neste ano, cerca de R$ 15 milhões de recursos públicos”, explicou o procurador-geral de justiça de Goiás, Lauro Machado Borges.
No total, 27 mandados de prisão foram cumpridos em 19 municípios do estado e nas cidades de Barra dos Garças e Pontal do Araguaia, no Mato Grosso. O Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) expediu mandados de prisão temporária (cinco dias) para os prefeitos, que foram levados no fim da tarde para o Núcleo de Custódia de Goiânia.
Também foram presos na operação seis secretários municipais de Saúde, empresários e advogados.
Com os investigados, foram apreendidos cerca de 20 malotes de documentos que serão periciados pelo Ministério Público.
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