Em uma resolução política aprovada nesta
segunda-feira, 27, pela direção nacional do partido, o PT reforçou o
discurso da presidente Dilma Rousseff e classificou como “terrorismo
psicológico” as críticas à política econômica do governo. De acordo com
a legenda, os adversários tentam manipular os dados econômicos e
“chegam a torcer contra a realização da Copa do Mundo” para tirar
proveito eleitoral. Além de fazer eco a Dilma, que falou em “guerra
psicológica” em sua última mensagem de fim de ano, o PT recorreu ao
célebre discurso da vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
que, em 2002, disse que “a esperança venceu o medo”.
A resolução do PT divulgada ontem afirma que “mais
uma vez, (os adversários) apostam no medo para vencer a esperança”. O
texto coloca o desempenho econômico e as manifestações de rua no centro
do debate eleitoral. O partido elege como prioridade “vencer a batalha
de visão” sobre a economia. A estratégia se divide em duas partes. A
primeira é desqualificar a tese vigente de que a condução da economia
nos governos de Lula e Dilma é uma continuidade da política
implementada por Fernando Henrique Cardoso. A segunda é tentar
convencer o eleitorado de que, apesar do fraco desempenho do governo em
índices econômicos como o crescimento do PIB, a “economia real” vai
bem, com a manutenção dos níveis de emprego e renda. Segundo fontes
petistas, a versão inicial da resolução defendia a flexibilização da
política de superávit fiscal. O trecho foi suprimido, sob o argumento
de que serviria de munição para os adversários.
Protestos
Outra prioridade do PT, de acordo com a resolução aprovada ontem, é fazer a comparação entre os feitos dos governos petistas e a era FHC. O objetivo é dialogar com o jovens que foram às ruas em junho e são novos demais para lembrar do Brasil pré-Lula. Além de mencionar os opositores que “torcem contra a Copa”, o PT defende a ampliação do diálogo com os jovens que participaram dos protestos em 2013. O texto reitera as conquistas obtidas sob Lula e Dilma, mas registra a necessidade de avanços. “Mais do que nunca temos que apresentar propostas, projetos e compromissos.”
Outra prioridade do PT, de acordo com a resolução aprovada ontem, é fazer a comparação entre os feitos dos governos petistas e a era FHC. O objetivo é dialogar com o jovens que foram às ruas em junho e são novos demais para lembrar do Brasil pré-Lula. Além de mencionar os opositores que “torcem contra a Copa”, o PT defende a ampliação do diálogo com os jovens que participaram dos protestos em 2013. O texto reitera as conquistas obtidas sob Lula e Dilma, mas registra a necessidade de avanços. “Mais do que nunca temos que apresentar propostas, projetos e compromissos.”
Segundo o presidente nacional do partido, Rui
Falcão, o PT está atento às reivindicações desses jovens, embora admita
a dificuldade para lidar com as aspirações “intangíveis” dos que, por
exemplo, participaram dos “rolezinhos”. “As reivindicações dos jovens,
os rolês, têm muitas questões de ordem cultural que não são
necessariamente mensuráveis em mais emprego e mais salário”, disse
Falcão. O presidente do PT criticou a ação da Polícia Militar na
repressão aos protestos contra a Copa do Mundo ocorridos sábado, em São
Paulo, quando um manifestante foi baleado pela PM. “Você atirar em um
manifestante, anda que ele estivesse com um estilete, não parece a
forma mais apropriada de reação. Essas reações descontroladas da
polícia, elas sim podem causar problemas”, disse Falcão.
Palanques
Questionado sobre a possibilidade de Dilma ser apoiada por mais de um candidato em vários Estados, o presidente do PT defendeu que os candidatos do PT dividam o palanque com aliados na campanha pela reeleição. “Estamos colocando de outra maneira esta questão. Não é a presidenta que vai criar palanque nos Estados. Em qualquer evento da presidenta, os aliados devem estar no palanque dela”, disse Falcão. No entanto, o presidente do PT disse que, a exemplo da campanha de 2010, a tendência é que Dilma participe de poucos comícios em 2014. A direção petista orientou os diretórios municipais em todo o Brasil a aproveitarem o dia 10 de fevereiro para transformar o aniversário de 34 anos da legenda em mobilização com atos, jantares e bandeiraços, para marcar o início da campanha pela reeleição de Dilma.
Questionado sobre a possibilidade de Dilma ser apoiada por mais de um candidato em vários Estados, o presidente do PT defendeu que os candidatos do PT dividam o palanque com aliados na campanha pela reeleição. “Estamos colocando de outra maneira esta questão. Não é a presidenta que vai criar palanque nos Estados. Em qualquer evento da presidenta, os aliados devem estar no palanque dela”, disse Falcão. No entanto, o presidente do PT disse que, a exemplo da campanha de 2010, a tendência é que Dilma participe de poucos comícios em 2014. A direção petista orientou os diretórios municipais em todo o Brasil a aproveitarem o dia 10 de fevereiro para transformar o aniversário de 34 anos da legenda em mobilização com atos, jantares e bandeiraços, para marcar o início da campanha pela reeleição de Dilma.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIOS: