Segundo a família de Maria Alícia, ela ouvia música com um fone de ouvido enquanto o equipamento estava ligado em uma tomada
A menina, de 11 anos, estava ouvindo música com
um fone de ouvido em um aparelho de som. O equipamento estava conectado
na tomada.
Uma criança de 11 anos morreu após sofrer uma descarga elétrica de um aparelho de som em uma fazenda de Goiás nesta quinta-feira (11).
Segundo a família de Maria Alícia Alves de Souza informou ao
Hospital Municipal Leomar Marcelo de Morais, ela ouvia música com um
fone de ouvido enquanto o equipamento estava ligado em uma tomada.
No momento do acidente, a vítima estava acompanhada por dois irmãos mais novos enquanto os pais trabalhavam, o que dificultou o socorro imediato.
No momento do acidente, a vítima estava acompanhada por dois irmãos mais novos enquanto os pais trabalhavam, o que dificultou o socorro imediato.
Ela foi encaminhada ao hospital mas, segundo a unidade, já chegou morta ao local.
"Foi difícil o acesso, porque teve que chamar o pessoal na lavoura. Então até que chegaram passou da hora. Quando nós fomos avisados já tinha mais ou menos uma hora que tinha acontecido", disse a técnica em enfermagem Silma Pereira da Costa.
Segundo ela, a marca do fone de ouvido ficou no rosto da garota, que provavelmente estava molhada quando sofreu a descarga elétrica. A família explicou na unidade de saúde que a menina tinha limpado a casa onde morava instantes antes do acidente.
Para a Silma Costa, as condições do fone de ouvido podem ter
contribuído para que a garota recebesse a descarga elétrica. "Era um
fone de ouvido que passava na cabeça e ele não tinha espuma, não tinha
nada, era só metal. Inclusive na hora da descarga queimou o rosto dela e
ficou a marca certinha do aparelho", conta.
A dona da fazenda onde vivia a garota lamentou o acidente. "Uma menina muito boa, calma, muito amiga das crianças lá [na escola]", disse Renilda Martins.(Gazeta)
A dona da fazenda onde vivia a garota lamentou o acidente. "Uma menina muito boa, calma, muito amiga das crianças lá [na escola]", disse Renilda Martins.(Gazeta)
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