
Depois da informação na mídia de que o preço do gás de cozinha sofrerá
aumento, a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) emitiu uma nota onde
afirma não ver uma justificativa para o reajuste repassado pelos
revendedores de botijões. ”A partir de 1º de novembro, a Bahia promoveu a
adequação da sua pauta de tributação do gás liquefeito de petróleo.
Assim como já acontece na maioria dos estados do país, o governo baiano
passou a levar em conta o Preço Médio Ponderado Final (PMPF), divulgado
pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) com base em pesquisa que leva em
conta a realidade de cada mercado e o preço comercializado para o
consumidor”, apontou. ”Para se ter uma ideia, a Bahia considerava, para
efeito de tributação, um preço de R$ 36,00 para o botijão de 13 quilos,
enquanto no mercado baiano o produto chega a ser comercializado por
valores entre R$ 56,00 e R$ 60,00.
Mesmo com a alteração, o preço médio por quilo do gás na Bahia, ao
passar para R$ 3,73 (que considera o valor de R$ 48,53 para a venda do
botijão de 13 quilos), permanece entre os mais baixos do país.A Sefaz
alerta que os casos em que se verifique abuso poderão ser alvo dos
órgãos de defesa do consumidor”, avisou a secretaria em comunicado
encaminhado ao Bocão News.
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