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4 de abril de 2013


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Leão apresenta uniforme que vai usar no Ba-Vi e no restante do ano

O Vitória joga o Ba-Vi inaugural da nova Fonte, domingo, de roupa nova. Ontem à noite, no lançamento do enxoval oficial do clube para a temporada 2013, na Casa da Barra.

04.04.2013 | Atualizado em 04.04.2013 - 11:50

O Vitória joga o Ba-Vi inaugural da nova Fonte, domingo, de roupa nova. Ontem à noite, no lançamento do enxoval oficial do clube para a temporada 2013, na Casa da Barra, teve reverência a dez ex-jogadores, que posaram de modelo na apresentação dos novos uniformes do Leão. Victor Ramos, Renato Cajá e  Gustavo representaram o elenco atual e desfilaram com os novos padrões de viagem, treino e goleiro, respectivamente.

Tudo já fica à disposição do torcedor a partir de hoje nas lojas oficiais do clube. As camisas de jogo vão custar R$ 159,90. A rubro-negra, que o Vitória estreia no clássico, traz as tradicionais listras rubro-negras, mas com o escudo mais destacado, já que a listra vermelha superior vai só até a parte central da camisa.  Na gola interna, a frase: ‘Sou Leão da Barra, sou guerreiro’.
Já a camisa branca inovou pra valer. Em vez das cores vermelha e preta na horizontal, dessa vez é em diagonal,  semelhante aos uniformes de Vasco, Ponte Preta e River Plate, da Argentina. O uniforme de goleiro segue o mesmo conceito, porém com o restante da camisa em laranja. A outra opção é no tom cinza,  que agora substitui o amarelo na camisa de treino. Os calções não trazem grandes novidades.
  
Um dos maiores ídolos do clube, o ex-atacante André Catimba se emocionou. “Isso mostra que  estamos vivos nas lembranças dos rubro-negros”, comentou ele, que jogou no Leão de 1971 a 75.
O ex-zagueiro Romenil, xerifão de 1963 a 70, seguiu a linha. “É de emocionar receber uma homenagem dessa na idade que estou”, diz, aos 69 anos, bi estadual no Vitória.
Também desfilaram na festa  os ex-jogadores Ricky, Hugo, Rodrigo, Paulo Isidoro, Flávio Tanajura, Iberê,  Fernando e Kleber.

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REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"