Segundo
informações da polícia, desavenças profissionais entre a vítima e o
outro médico teriam sido o motivo do crime. No momento da prisão, o
advogado portava um revólver calibre 38 sem registro. Os dois devem ser
levados para o Centro de Observação Criminológica e Triagem (Cotel) no
município de Abreu e Lima, também na região metropolitana do Recife.
Cláudio Amaro é cirurgião torácico e chefe da Unidade de Recuperação
Cárdio-Torácica, do Real Hospital Português, mesmo local em onde a
vítima trabalhava. Ele tomou posse no cargo em setembro do ano passado.
Além disso, o especialista também é professor da Universidade Federal de
Pernambuco (UFPE) e membro titular do Colégio Brasileiro de
Cirurgiões.
O corpo do
médico Artur Eugênio de Azevedo Pereira, 36 anos, foi encontrado com
quatro marcas de tiro, no dia 13 de maio, às margens da BR-101 Sul, em
Jaboatão dos Guararapes. O carro dele foi achado totalmente carbonizado
no bairro da Guabiraba, zona norte do Recife. Artur Eugênio de Azevedo
foi visto pela última vez na noite do dia 12 de maio ao deixar o
Hospital de Câncer de Pernambuco, onde trabalhava, em Santo Amaro, na
zona norte da capital pernambucana.
Segundo
informações, na noite do crime, o médico ligou pra mulher e disse que
iria visitar um paciente no Hospital Português. Após a ligação, ele não
foi mais visto. Artur Eugênio de Azevedo era paraibano e trabalhava no
Hospital das Clínicas, Instituto Materno Infantil de Pernambuco (Imip),
Hospital do Câncer e Português. Ele deixou mulher e um filho de 1 ano.
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