O
candidato petista ao governo baiano, Rui Costa, disse que o prefeito de
Salvador, ACM Neto (DEM) deveria “baixar” o tom dos ataques dirigidos à
gestão de Jaques Wagner, sob pena disso prejudicar as relações
institucionais entre Estado e Prefeitura.
O
jornal A Tarde desta quarta-feira, 23 de julho, traz matéria de página
com a reação de ACM Neto e Paulo Souto (DEM) à declaração de Rui. ACM
Neto disse que deixava a resposta para o seu candidato, Paulo Souto, e
que vem colocando a cidade de Salvador em primeiro lugar, protegendo a
administração municipal e o cidadão das “disputas políticos-eleitorais”.
Para Neto, Rui fez as declarações “talvez por pouca experiência”.
Já
o ex-governador Paulo Souto acha que o petista vem “perdendo um pouco a
compostura”. Ele reiterou que vai manter os programas que estejam dando
certo no governo Wagner e que sejam reconhecidos pela população. “Não
cabe absolutamente abandonar projetos que são bons”, disse Souto, que
cita dois projetos do Estado como exemplos: o Neojiba, que ensina música
a jovens de baixa renda, e as obras de mobilidade urbana que vêm sendo
realizadas em Salvador.
Mas
Paulo Souto aproveita para pontuar exemplos contrários à sua tese, que
ocorreram com projetos deixados pela sua gestão e que não foram à frente
da forma e velocidade que precisavam:
1 – Construção de seis barragens na região do semiárido, agora em fase de conclusão;
2 – Construção do pólo hoteleiro no litoral norte;
3 – Reforma do Pelourinho;
4 – Duplicação da Veracel, no extremo sul.
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