Ilustração
O
juiz Federal do Paraná, Sérgio Moro, determinou ao banco Itaú que
bloqueasse as contas pessoais dos envolvidos (e presos) na Operação Lava
Jato. Malandros e experientes, os executivos das empreiteiras deixaram
pouco dinheiro (para eles) no banco. Mas um deles, o executivo da
empreiteira Engevix, Gerson Mello Almada, preferiu fazer diferente e
deixou em depósito R$ 1,4 milhão, uma mixuruca em relação à montanha de
dinheiro que envolve o escândalo da Petrobras. Ou errou ou acertou na
mosca. Já Fernando Baiano, provavelmente criado aqui na Ribeira, bairro
de pessoas vivíssimas em outros tempos mais amenos, fez melhor. Mostrou
que “malandro é o gato”. Deixou a sua conta zeradinha. Como se
apresentou somente na terça-feira (18) e era considerado foragido,
talvez tenha tido tempo suficiente para passar em revista as suas contas
e tomar as precauções que entendeu, para ele, como corretas. Se o juiz
Sérgio Mora esperava contas abastadas, ficou decepcionado. Ora, quem fez
trambiques e distribuiu propinas para ganhar grandes obras da
petroleira, não marca bobeira nem espera no ponto. Ou não?(por Samuel Celestino/BahiaNottícias)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
COMENTÁRIOS: