Ministério
Público do Acre pediu nesta setxa-feira (13) a abertura de investigação
criminal para apurar a veiculação de notícia falsa no Facebook, ocorrida
na quinta (12), dando conta de que a promotora de Justiça Alessandra
Marques, depois de ter recebido dezenas de ameaças de morte, fora
encontrada morta. A falsa notícia estava ilustrada com imagens da
promotora supostamente mutilada. A procuradora-geral de Justiça,
Patrícia de Amorim Rêgo, divulgou nota de repúdio em que classifica a
falsa notícia de “ato de terrorismo virtual, que em última análise pode
ser compreendido claramente como uma ameaça pública à vida e à
integridade física de um dos mais combativos membros do Ministério
Público”. A promotora Alessandra Marques atua em caso que está sub
judice, popularmente conhecido como Telexfree. Segundo a
procuradora-geral de Justiça, a nota que acompanha as imagens faz
expressa referência ao mesmo termo pejorativo com que a referida
promotora de Justiça foi agredida verbalmente por um dos divulgadores da
empresa, após a audiência de conciliação realizada no dia 14 de
novembro de 2013”, em Rio Branco (AC).
