A Polícia Militar/CIPPE Cacaueira conseguiu prender na cidade de Una,
Everton Alves da Silva (Tom do Alto do Coqueiro). Ele é acusado de ter
assassinado 11 pessoas e ser matador da facção criminosa Raio B. Os
crimes foram executados em Ilhéus, Salvador, Itabuna e são investigados
pela Polícia Civil. Usando identidade de um primo de 17 anos, se
passando por menor, Tom foi autor da tentativa de assalto a Mercearia
Pai e Filho na Av. Antonio Carlos Magalhães, quando disparou e acertou
no pescoço o comerciante Ivan Fraga, que sobreviveu a tentativa de
homicídio. Tom é irmão de Johnatas Alves da Silva, tinha 16 anos de
idade e era conhecido por “John John do Alto do Coqueiro”, assassinado
com 12 tiros de pistola calibre ponto .40 em março de 2013 na Rua Nossa
Senhora das Graças, no Alto da Conquista. Jonh tinha mais de dez
homicídios nas costas. Apresentando na 7ª COORPIN à delegada Andreia
Oliveira, Tom foi entrevistado pelo radialista Marinho Santos. Mostrando
muita frieza ele conta sobre sua vida no crime, afirmando que matava
para não morrer, já que suas vítimas também eram homicidas.25 de março de 2014
Preso acusado de 11 assassinatos em Itabuna e Ilhéus
A Polícia Militar/CIPPE Cacaueira conseguiu prender na cidade de Una,
Everton Alves da Silva (Tom do Alto do Coqueiro). Ele é acusado de ter
assassinado 11 pessoas e ser matador da facção criminosa Raio B. Os
crimes foram executados em Ilhéus, Salvador, Itabuna e são investigados
pela Polícia Civil. Usando identidade de um primo de 17 anos, se
passando por menor, Tom foi autor da tentativa de assalto a Mercearia
Pai e Filho na Av. Antonio Carlos Magalhães, quando disparou e acertou
no pescoço o comerciante Ivan Fraga, que sobreviveu a tentativa de
homicídio. Tom é irmão de Johnatas Alves da Silva, tinha 16 anos de
idade e era conhecido por “John John do Alto do Coqueiro”, assassinado
com 12 tiros de pistola calibre ponto .40 em março de 2013 na Rua Nossa
Senhora das Graças, no Alto da Conquista. Jonh tinha mais de dez
homicídios nas costas. Apresentando na 7ª COORPIN à delegada Andreia
Oliveira, Tom foi entrevistado pelo radialista Marinho Santos. Mostrando
muita frieza ele conta sobre sua vida no crime, afirmando que matava
para não morrer, já que suas vítimas também eram homicidas.
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REFLEXÃO
"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"
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