Os candidatos ao Senado Geddel Vieira Lima (PMDB) e
Otto Alencar (PSB) entraram em desavença por redes sociais. O governador
Jaques Wagner (PT) entrou no meio para defender o vice-governador.
Wagner atacou o ex-aliado Geddel, dizendo que "ele não tem nada para
mostrar, por isso ataca".
O caso começou depois que Otto Alencar afirmou que
Geddel "ficou dizendo que seria candidato a governador para depois sair
para o Senado". Geddel respondeu afirmando que a Bahia não precisa de
"subserviência no Senado" e que Otto está "à disposição do PT".
Depois, em réplica a internautas, ele
falou sobre a "baixaria" entre os candidatos. "Também acho, mas aceitar
provoca e agressão passivamente não é do meu estilo, eles botam a
música, eu danço". "Quiser e debato a minha a sua e a de quem quiser O
nível você é escolhe", postou.
Wagner interveio posteriormente. Ele
elogiou Otto. "Você tem história, tem a ficha limpa".
Otto também voltou
ao ataque. "@Geddel_ acha que lealdade é sinônimo de subserviência.
Recebi o convite de @jaqueswagner, Lula, @dilmabr e 9 partidos p
disputar ao Senado
Nesta manhã, também, pelo Twitter, Otto partiu para
cima de novo. Na tréplica, ele disse que "Geddel acha que lealdade é
sinônimo de subserviência" e que "nunca imaginei que Geddel fosse se
apropriar da herança do senador ACM, o político que mais ele atacou,
agrediu, caluniou e xingou".
"A minha candidatura não foi imposta ou forçada. É
um fruto de um convite e da parceria e trabalho com o gov @jaqueswagner,
Lula e @Dilmabr", escreveu.
(Foto: Reprodução)
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