Após um grave acidente em 2004, Alex ficou dois meses em coma e, segundo seu relato, foi encaminhado por anjos até o paraíso.
– Eu não morri. Eu não fui para o paraíso. Eu disse que fui para o paraíso porque eu acho que estava querendo atenção. Quando eu fiz aquilo, eu nunca tinha lido a Bíblia. As pessoas têm lucrado com mentiras. E continuam lucrando – afirma agora o garoto, segundo o jornal “New York Daily News”.
O garoto criticou ainda o mercado literário criado em torno de supostas “viagens ao céu”, batizado pelo “The New York Times” como “heavenly tourism” (algo como turismo celestial), e que já conta com best-sellers como “O Céu é de Verdade”, “90 Minutos no Céu”, “Cenas do Além” e “Meu Tempo No Céu”, todos relatando viagens ao paraíso.
– Nada escrito pelo homem pode ser infalível. Eu quero que todo o mundo saiba que a Bíblia é suficiente. Aqueles que comercializarem esses materiais devem ser chamados a arrepender-se e ter a Bíblia como suficiente – afirmou Alex Malarkey.
A mãe do garoto criticou a comercialização do livro e em uma declaração publicada em seu blog pessoal afirmou que é “ao mesmo tempo intrigante e doloroso ver o livro não só continuar a vender, mas, em sua maior parte, não ser questionado”.
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