Ação do posto faz parte do Dia da Liberdade de Impostos e Respeito ao Contribuinte (Foto: Evandro Veiga)
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Em
tempos de crise, gasolina a R$ 1,69 o litro é quase uma miragem, certo?
Errado. Pelo menos não foi assim ontem na Avenida Suburbana. O posto
Petrobahia, de bandeira BR, em Itacaranha, vendeu o litro do combustível
sem a cobrança de nenhum imposto. A ação, que durou uma 1h30 e gerou
uma fila de carros pouco mais de um quilômetro, fez parte do Dia da
Liberdade de Impostos e Respeito ao Contribuinte, celebrado hoje.
Quem chegou cedo e encarou a fila saiu satisfeito.
Foram200 motoristas que abasteceram barato (Foto: Evandro Veiga) |
A
data é uma iniciativa da Confederação Nacional dos Jovens Empresários
realizada em todo o Brasil para conscientizar a população sobre a
elevada carga tributária do país. Na Bahia, o evento é liderado pela
Associação dos Jovens Empreendedores da Bahia (Aje) em parceria com
estabelecimentos comerciais.
“Hoje (ontem) aderiram ao movimento os dois postos
de combustíveis da Petrobahia, um aqui em Itacaranha e outro em
Candeias”, disse João Pedro Bahiana, presidente da Aje. Ao longo da
semana passada também houve ações em outros setores de comércio e
serviços.
Cada posto vendeu 2.5 mil litros de gasolina mais barata. “A gasolina que custava R$ 3,59, teve uma redução de 53%. O posto não repassou os tributos e por isso saiu a R$ 1,69. Mas, cada motorista só podia abastecer até R$ 30 e os motociclistas até R$ 10”, disse.
Segundo funcionários do posto, os primeiros motoristas chegaram às 2h30 da madrugada. Os veículos estavam enfileirados no canto direito da pista, sentido Paripe, e por volta das 8h o posto abriu. “Valeu demais à pena. Na Europa é cobrado em média 20% de impostos. Hoje, tive uma economia de mais de 50% por litro”, comemorou o músico Joselito Ferreira Bezerra, 35 anos, morador de Alto da Terezinha, que desde 4h já aguardava a abertura do posto.
“Peguei a fila às 5h e completei o tanque do meu carro. Seria ótimo se fosse sempre assim. Acho R$ 1,69 um preço justo”, comemorou o operador de máquina João Ricardo Carvalho Bispo, 30, morador de Plataforma.
Pouco depois das 9h, a fila passava do cemitério municipal de Plataforma e se aproximava da entrada de Ilha Amarela. Meia hora depois, o combustível sem o valor do imposto acabou e teve gente que saiu reclamando. “Foi a treva. Deixei meus filhos pequenos. Sai de casa 5h50, em Plataforma, cheguei na fila às 6h. Fiquei até 9h e não consegui”, reclamou a técnica em laboratório Joseane Matos, 35 anos.
Cada posto vendeu 2.5 mil litros de gasolina mais barata. “A gasolina que custava R$ 3,59, teve uma redução de 53%. O posto não repassou os tributos e por isso saiu a R$ 1,69. Mas, cada motorista só podia abastecer até R$ 30 e os motociclistas até R$ 10”, disse.
Segundo funcionários do posto, os primeiros motoristas chegaram às 2h30 da madrugada. Os veículos estavam enfileirados no canto direito da pista, sentido Paripe, e por volta das 8h o posto abriu. “Valeu demais à pena. Na Europa é cobrado em média 20% de impostos. Hoje, tive uma economia de mais de 50% por litro”, comemorou o músico Joselito Ferreira Bezerra, 35 anos, morador de Alto da Terezinha, que desde 4h já aguardava a abertura do posto.
“Peguei a fila às 5h e completei o tanque do meu carro. Seria ótimo se fosse sempre assim. Acho R$ 1,69 um preço justo”, comemorou o operador de máquina João Ricardo Carvalho Bispo, 30, morador de Plataforma.
Pouco depois das 9h, a fila passava do cemitério municipal de Plataforma e se aproximava da entrada de Ilha Amarela. Meia hora depois, o combustível sem o valor do imposto acabou e teve gente que saiu reclamando. “Foi a treva. Deixei meus filhos pequenos. Sai de casa 5h50, em Plataforma, cheguei na fila às 6h. Fiquei até 9h e não consegui”, reclamou a técnica em laboratório Joseane Matos, 35 anos.
Motoristas que não abasteceram reclamaram muito depois que o combustível acabou (Foto: Evandro Veiga)
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“Vim da Boca do Rio. Percorri uns 18 quilômetros até aqui para nada... Soube às 8h através do WhastApp e corri em vão e só gastei combustível”, queixou-se o comerciante Vailton Borges, 45, que gastou aproximadamente R$ 12 de combustível para fazer o deslocamento.
Ao ligar o computador, o conferente Alan Almeida de Jesus, 36, viu a notícia e sequer tomou o café. “Saí do Iapi e encarei a fila às 9h e achava que seria o dia inteiro”, lamentou. Policiais militares estavam no local para garantir a segurança, mas não houve tumulto.
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