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25 de fevereiro de 2013

Politica

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) quer reforma política

Projeto busca mudar os rumos do Brasil e deve ser embasado por assinaturas da população

/ Tribuna Independente
Foto: Reprodução
Juiz Márlon Reis elenca como prioridades na reforma política eleitoral a mudança no financiamento de campanhas políticas
Juiz Márlon Reis elenca como prioridades na reforma política eleitoral a mudança no financiamento de campanhas políticas
A Lei Complementar número 135, que ficou conhecida nacionalmente como sendo a Lei da Ficha Limpa, deve servir como parâmetro para um novo projeto de Lei de iniciativa popular, que desta vez objetiva promover a famosa reforma do sistema político do Brasil, cuja tramitação, em âmbito legislativo, está atravancada no Congresso Nacional.A iniciativa, semelhantemente ao projeto da Ficha Limpa, é encabeçada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o MCCE, e deve ser encampada por diversos segmentos da sociedade civil organizada, a exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil, a OAB, em âmbito nacional, e até mesmo a Igreja Católica, por meio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, a CNBB.Um dos principais expoentes do MCCE, que ganhou ainda mais notoriedade com a concepção da Lei da Ficha Limpa, o juiz maranhense Márlon Reis conversou com a reportagem da Tribuna Independente e explicou alguns pontos a respeito da reforma política.Inicialmente, Reis ressaltou que o projeto, caso tramite normalmente no Congresso Nacional teria um desfecho tardio, ou seja, demoraria para ser apreciado e que, no caso inerente ao MCCE, que visa o engajamento da sociedade brasileira, os principais pontos da reforma política ainda não estão definidos e que o grupo, que está responsável pela organização das ideias sobre o tema ainda está aberto a sugestões. Segundo Márlon Reis, um dos pontos, que deve permanecer no acerto final das bases do projeto diz respeito ao financiamento privado de campanhas eleitorais, que no entendimento do magistrado é um ponto decisivo, no que diz respeito ao desequilíbrio dos embates entre grupos políticos distintos, durante os pleitos.“Temos que alinhavar muitos pontos e nós precisamos que a população participe desta discussão. É preciso que recebamos ideias para discutir os rumos do projeto e nós estamos nesta fase do projeto”, ressatou o magistrado, referência nacional de probidade.

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REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"