Na coletiva pós-jogo, Ney Franco explicou por que começou com William Henrique na vaga de Cajá
Foto: Mauro Akin Nassor
Argentino Maxi Biancucchi ergue as mãos em agradecimento
ao gol marcado contra o Santos: fim de jejum
No Barradão, eram quatro barreiras até a Libertadores. Com os 2x0 sobre o Santos, agora faltam só mais três. “Nós temos até a última rodada para entrar neste G-3 ou G-4. Se a gente tiver competência de somar estes nove pontos, a gente termina. E a gente não vai medir esforços”, analisou o técnico Ney Franco.
O atacante Maxi Biancucchi, autor do segundo gol, mostrou felicidade dobrada. “Sinceramente, foi longa esta recuperação. Este gol emociona por todo esse esforço que a gente faz e ninguém vê. Agradecer ao profissionais, médicos, fisioterapeutas, família e Jesus, que é minha força”, falou o argentino, que não fazia gol desde 7 de agosto, no 1x1 com o Fluminense.
O atacante Dinei foi outro a valorizar o resultado conquistado diante da torcida. “É importante. A equipe mostrou que é forte no Barradão. Contra o Cruzeiro, fizemos grande partida e não veio. Estamos na briga pelo G-4 ainda”, falou.
Opção
Na coletiva pós-jogo, Ney Franco explicou por que começou com William Henrique na vaga de Cajá. “Principalmente pelo horário do jogo, se você começar em cima, tem vantagem. Tiramos o Cajá e optamos por entrar com três atacantes”.
Sobre o Criciúma, adversário de sábado, às 19h30, cautela: “Está dando sinais de recuperação. Vamos encontrar, além da qualidade, a torcida lotando o estádio. Esperamos ter a competência”, avaliou.
Fonte:correio24horas
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