Foto: Bahia Notícias
“Não [há possibilidade de isolamento], até porque não há
manifestação contrária aos partidos, o que há é um debate sobre a tese
da reeleição. O PT, na história de sua trajetória política, tem
condenado essa prática e defende a alternância, a rotatividade”, disse o
líder da legenda. Enquanto seu partido luta pela causa, o líder do
governo na Casa, Zé Neto (PT), tenta apaziguar os ânimos e impedir a
judicialização do caso. “Vou trabalhar até o último momento para demover
o partido, até porque a disputa é mais interna, por conta da regra na
Casa que pode ter uma interpretação que dá margem a uma discussão
judicial. Estamos escolhendo as comissões, as lideranças e as
vice-lideranças, então vou conversar com o PT para que a gente consiga
ver outro diálogo e resolver o problema”, afirmou ele, que voltou a
assumir a função de “bombeiro”
da situação. O parlamentar defende esperar o período de composição das
comissões e vice-lideranças e “refrescar a disputa” antes de decidir
mover de fato o processo, porque o resultado “pode não ser bom”. “Estou
conversando com Sandro Régis [DEM, líder da oposição], que graças a Deus
mostrou equilíbrio e entendimento. É hora de arrumar o jogo, não de
ficar brigando por isso ou por aquilo. Esperamos até sexta-feira estar
com tudo isso pronto, bom pra todas as partes”, explicou. Segundo Zé
Neto, até o momento, a expectativa aponta para a entrega de três das
sete comissões ordinárias à oposição e pouca mudança nos colegiados.
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