MASCOTE NOTICIAS E BELEZAS NATURAIS: Orkut ressurge no Carnaval para comércio de blocos e camarotes

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26 de fevereiro de 2014

Orkut ressurge no Carnaval para comércio de blocos e camarotes

A rede social, que já chegou a ser a mais popular do Brasil, ainda resiste com aproximadamente seis milhões de usuários – entre eles, aqueles que aproveitam para vender abadás no Carnaval 

Em tempos de Facebook, Instagram e Whatsapp, o Orkut virou coisa do passado, já era, já morreu. Certo? Mais ou menos... A rede social, que já chegou a ser a mais popular do Brasil no início dos anos 2000, hoje perde feio para o Facebook, mas ainda resiste com aproximadamente seis milhões de usuários – entre eles, aqueles que aproveitam as características da rede para vender abadás e camarotes no Carnaval de Salvador. 

Isso porque a rede social tem uma característica específica que ajuda quem a utiliza para fins comerciais: as comunidades. Afinal, nada melhor para um vendedor  que encontrar potenciais compradores reunidos em um mesmo lugar. 

O advogado baiano Fábio Castro,  33 anos, comprou um abadá do bloco Camaleão para o Carnaval de 2014, mas houve um imprevisto e ele acabou desistindo de ir à folia. Na comunidade “Carnaval de Salvador - É AQUI!”, postou um anúncio: “Vendo Camaleão Completo R$ 3.300, 3 dias”. 

“Apesar de o Facebook estar mais forte, a cultura de comunidades continua mais pujante no Orkut”, afirmou o advogado. Para se garantir, ele também anunciou no Facebook, mas atestou: “Recebi ligações tanto de uma rede quanto de outra. Não acho que o Orkut morreu, não!”. 


Fábio observa que, por ser mais forte no assunto Comunidades, o Orkut ainda tem muita utilidade. “Eu entro sempre para procurar oportunidades de descontos na internet. Tem uma comunidade sobre isso em que a cada segundo tem novas mensagens”, disse. “Não vejo a mesma eficiência nesse aspecto no Facebook”, afirmou ele. 

O gerente Márcio Egberto também anunciou na mesma comunidade – a mais popular sobre Carnaval, com 79.325 membros. “O Orkut é melhor para venda direta. No Facebook, a pessoa tem que abrir o post para visualizar. No Orkut não é assim, você coloca e todo mundo lê o conteúdo completo”, explicou Márcio, que já vende abadás há 11 anos. 

Por sua vez, o estudante de Engenharia Mecânica Ricardo Costa, 22, foi contratado por uma empresa para vender abadás este ano. Ele também usou o Orkut. “Tem uma comunidade de compra, venda e troca de abadás que é famosa ainda hoje. Há muitas comunidades que ainda são bombadas no Orkut”, lembrou.(correio)

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REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"