'A presidente terá que dialogar muito no segundo mandato', diz Lúcio Vieira Lima
Foto: Bruna Castelo Branco/ Bahia Notícias
O
deputado federal mais votado da Bahia, Lúcio Vieira Lima (PDMB), admite
que o fato de que ser irmão do presidente estadual da sigla, Geddel
Vieira Lima, facilitou seu trabalho na Câmara Federal. “Hoje eu tenho um
espaço próprio que eu conquistei, o reconhecimento próprio, mas
logicamente sou grato ao fato de ser irmão de Geddel ter aberto as
portas para facilitar minha jornada”, reconhece. Um dos parlamentares
que votou contra a proposta da Presidência de ampliação da participação
dos conselhos populares, Lúcio nega que o PMDB tenha derrubado sozinha a
matéria na Casa. “Até porque não foi o PMDB o responsável pela
derrubada do decreto. Foi praticamente toda a base da presidente Dilma
[Rousseff] que se manifestou contrária”, defende. "A presidente terá
que, efetivamente, no seu segundo mandato, dialogar muito", complementa. O
deputado também disse que o partido, que faz parte da base do Planalto,
não tem que se definir ideologicamente. “Eu acredito que, no país, a
identidade não é de esquerda ou direita, a identidade é de governo ou
oposição”, descartou. Ele também avalia que, por ser situação, a legenda
não será capaz de lançar um candidato a presidente em 2018. (Confira a íntegra da entrevista).
REFLEXÃO
"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"
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