Segundo a PF, foram adotadas as "providências para completo
esclarecimento" do caso, com apreensão da arma, a identificação da
equipe e realização dos exames periciais.
Segundo a versão da PF, Márcio, que não era investigado, estava no
prédio onde a polícia foi cumprir mandados de prisão. Armado, ele estava
na porta do apartamento e se escondeu quando recebeu a ordem para
largar o revólver.
Os policiais o seguiram para dentro do apartamento e voltaram a repetir a
ordem de que soltasse a arma, mas ele a manteve empunhada. Os agentes
então atiraram, segundo a PF, se sentindo ameaçados. Ele foi então
socorrido ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde morreu.
A família de Márcio nega essa versão. Ele saiu de casa no início da
manhã para levar uma das filhas até a casa do irmão e a esposa no
trabalho, voltando depois. Menos de uma hora depois de retornar, ele foi
baleado na ação da PF, sendo atingido três vezes no peito. Os parentes
dizem que ele não tinha envolvimento com o crime. A porta do apartamento
de Márcio foi arrombada. Ele estava de cueca quando foi alvejado.
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