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16 de abril de 2013


Esportes

Copa do Brasil: jogo no Barradão hoje será uma guerra, diz Caio Júnior

"Treinador vive de resultado, tem que ganhar hoje", disse o presidente do rubro-negro sobre a permanência de Caio Júnior




Cecílio Angelico
cecilio.angelico@redebahia.com.br

Arisson Marinho

Logo após a derrota para o Botafogo por 1x0, no sábado passado, Caio Júnior avisou: o jogo contra o Mixto do Mato Grosso, hoje, às 19h30, no Barradão será uma guerra.

E não é pra menos. A continuidade do Vitória na Copa do Brasil depende do resultado de logo mais. Como perdeu por 2x1 em Mato Grosso, o Leão precisa, no mínimo, de um triunfo por 1x0. Se vencer por 2x1, a vaga na segunda fase será decidida nos pênaltis.

Após três partidas fora de casa, duas delas na Fonte Nova como visitante, a equipe rubro-negra volta a jogar em seus domínios, no Barradão. O atacante Marquinhos, que será titular no lugar de Cajá, suspenso, faz questão de pedir o apoio da torcida.  “Faz diferença pra gente. Os torcedores ficam mais perto e fica mais fácil para eles gritarem. Espero que venham pra cá para dar força e ajudar a equipe do início ao fim”, comentou.

Emprego
O clima na Toca é de concentração total. Antes de iniciar o treino coletivo, ontem, Caio Júnior reuniu os jogadores para uma longa conversa a portas fechadas.

O assunto não foi divulgado, mas o treinador precisa fazer com que o time volte a apresentar um bom futebol, esquecido desde a histórica goleada aplicada no Ba-Vi (5x1). Já são duas derrotas seguidas e momento de instabilidade na Toca do Leão.

O treinador rubro-negro sabe da importância da partida. Uma nova eliminação, assim como ocorreu na Copa do Nordeste, pode custar o emprego. Ao ser questionado sobre a permanência de Caio, o presidente Alexi Portela Júnior foi enfático. “Treinador vive de resultado. Tem que ganhar amanhã (hoje)”.
Marquinhos lembra que não adianta ir afobado ao ataque. Segundo ele, para seguir vivo na Copa do Brasil, é necessário ter tranquilidade contra o Mixto. “Temos que manter a paciência, ter personalidade e manter os pés no chão”.

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REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"