O prefeito da cidade de Coari, no interior do
Amazonas, foi condenado à prisão preventiva pela justiça do estado na
tarde desta sexta-feira (7). Além de Adail Pinheiro, outras cinco
pessoas tiveram prisão decretada.
De acordo com informações do G1 Amazonas, o grupo foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por formação de quadrilha, exploração sexual de crianças e adolescentes e estupro de vulnerável. A acusação de pedofilia foi denunciada pelo programa Fantástico, da TV Globo, em janeiro deste ano.
Em entrevista ao G1, o promotor do MPE responsável pelo caso, Fábio Monteiro, indica que crianças entre nove e 11 anos eram exploradas: "Segundo vítimas e familiares ouvidos, servidores, a mando do prefeito, ofereceram diversos bens, como casas, terrenos e dinheiro em troca das meninas".
O MPE também pediu o afastamento de Adail da Prefeitura de
Coari, a cidade de segundo maior Produto Interno Bruto do estado, atrás
apenas da capital, Manaus. Ainda segundo o G1 Amazonas, o Tribunal de
Justiça do Amazonas informou que processo tramita sob segredo de justiça
e por isso detalhes não foram informados.De acordo com informações do G1 Amazonas, o grupo foi denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por formação de quadrilha, exploração sexual de crianças e adolescentes e estupro de vulnerável. A acusação de pedofilia foi denunciada pelo programa Fantástico, da TV Globo, em janeiro deste ano.
Em entrevista ao G1, o promotor do MPE responsável pelo caso, Fábio Monteiro, indica que crianças entre nove e 11 anos eram exploradas: "Segundo vítimas e familiares ouvidos, servidores, a mando do prefeito, ofereceram diversos bens, como casas, terrenos e dinheiro em troca das meninas".
O prefeito tem três inquéritos policiais contra ele em andamento, relacionados a crimes de favorecimento à prostituição e exploração sexual de crianças e adolescentes, além de 56 processos em tramitação no judiciário do estado.(correio24horas)
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