Semana passada, o órgão confirmou 55 casos — o número não inclui os dois últimos registros feitos em Feira de Santana
Um novo boletim com o número de pessoas
diagnosticadas com a síndrome Guillain-Barré (SGB) será divulgado nesta
segunda-feira (13), a partir das 10h, pela Secretaria da Saúde do Estado
da Bahia (Sesab).
Semana passada, o órgão confirmou 55 casos no estado
— o número não inclui os dois últimos registros feitos em Feira de
Santana, onde uma criança de 7 anos e um pedreiro de 37 seguem em
tratamento. Do total de casos registrados, 32 foram em Salvador, onde
também foi registrada uma morte.
População lota postos de saúde por temor de nova doença. Demora fez muitos voltarem para casa(Foto: Mauro Akin Nassor/Arquivo)
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Outras
duas mortes estavam sendo investigadas. As Unidades de Pronto
Atendimento da capital não registram novos casos desde a última
quinta-feira. A SGB é uma doença autoimune provocada por uma reação de
defesa do organismo a um vírus.
Em alguns casos, essa reação acaba atacando o
próprio organismo. A doença tem se desenvolvido em pacientes que
apresentaram sintomas de uma das três doenças transmitidas pelo mosquito
aedes aegypti (dengue, chikungunya e zika).
A
SGB provoca paralisia muscular. Hoje, o governador Rui Costa vai
solicitar uma audiência com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a fim de
garantir recursos para intensificar o combate aos focos do mosquito
aedes aegypti. Durante a manhã de ontem, no Palácio de Ondina, o
governador esteve reunido com o secretário da Saúde, Fábio Villas Boas e
com o sub-secretário, Roberto Badaró.
Também será agendada uma reunião com os prefeitos
das cidades de Salvador, Feira de Santana, Porto Seguro, Lauro de
Freitas, Serrinha, Araci, Baixa Grande, Castro Alves, Conceição do
Jacuípe, Valente, Pintadas e Várzea do Poço — municípios que concentram
as notificações da tríplice epidemia.
Entre 1º janeiro e 6 de julho deste ano foram
notificados 45.538 casos de dengue, 8.906 casos de chikungunya e 32.873
casos de zika na Bahia. O governo do estado divulgou que, desde o início
do ano, tem auxiliado os municípios com o treinamento dos agentes de
endemia, apoio financeiro, além da aquisição e distribuição de insumos
para eliminar os criadouros do mosquito.(CORREIO)
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