MASCOTE NOTICIAS E BELEZAS NATURAIS: PM já ouviu testemunhas e analisou imagens sobre desaparecimento de adolescente

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11 de novembro de 2014

PM já ouviu testemunhas e analisou imagens sobre desaparecimento de adolescente

Segundo a PM, nenhum dado conclusivo foi encontrado, mas apuração continua

A Polícia Militar informou em nota que continua apurando o caso do desaparecimento do adolescente Davi Fiúza, de 16 anos. A PM diz no entanto que uma testemunha da abdução do jovem foi indicada pela família e ouvida na Corregedoria, mas seu depoimento não comprovou o envolvimento de PMs no sumiço do rapaz - ele não é visto desde 24 de outubro.

A PM diz que a testemunha "não apresentou elementos consistentes da participação de policiais militares no desaparecimento do adolescente". Outras testemunhas também foram ouvidas e não trouxeram nada que ajudasse a concluir onde o adolescente está e quem o levou.

Adolescente está desaparecido (Foto: Reprodução)

Também foram solicitadas imagens de dois estabelecimentos próximos ao local onde Davi foi abordado, mas elas não captaram nada similar à denúncia. A PM ainda diz que o advogado da família de Davi informou que a mãe do adolescente não pretende mais colaborar com as investigações.
A mãe a as duas irmãs de Davi solicitaram nesta terça-feira (11) proteção à Comissão de Direitos e Segurança Pública, da Assembleia Legislativa da Bahia. Na ocasião, houve a inclusão da família, em caráter de urgência, no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita). 

Desaparecimento
Segundo a mãe do jovem, vizinhos testemunharam o momento em que o garoto foi abordado por PMs na rua São Jorge, em São Cristóvão, e colocado dentro de um carro. Desde então, ele não foi mais visto.  

Comandante da 49ª CIPM (São Cristóvão), o major José Ricardo de Jesus negou informação dada  pela própria PM na sexta-feira, de  que “todo o efetivo” da companhia realizou operação no local no dia 24 de outubro. “Ainda não está confirmado se teve abordagem. Nossa viatura vai, eventualmente, ao local, que é um ponto de tráfico, mas não houve operação”, afirmou. 

Segundo o major, os quatro policiais de plantão no dia  negaram ter feito apreensão de algum menor. Titular da 12ª Delegacia, onde dona Rute registrou ocorrência, o delegado Antônio Carlos Magalhães disse que a investigação “não andou” e disse trabalhar com a possibilidade de sequestro.
  

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REFLEXÃO

"Por mais que tenha ideologia, em algum momento o historiador deve adotar um grau de imparcialidade, relatando os fatos como aconteceram, sem colocar as suas convicções acima de tudo"