Aeroporto Internacional de Salvador está na lista das privatizações (Foto: Arquivo CORREIO)
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O
governo lançará na manhã desta terça-feira (9) a nova etapa do Programa
de Investimentos em Logística para conceder à iniciativa privada
projetos de infraestrutura como rodovias, ferrovias, aeroportos e
portos.>>>>>>>>>
Segundo publicação de hoje da coluna Negócios,
do Jornal CORREIO, o trecho entre Feira de Santana e Gandu da BR-101, o
Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães e uma área do
Porto de Aratu foram incluídos no pacote que será anunciado em Brasília.“Falei com Mercadante (ministro-chefe da Casa Civil) na quinta-feira e ele me disse que o Porto de Aratu está dentro. Ele me garantiu que Aratu está no Plano de Concessões”, disse o governador Rui Costa.
Ainda de acordo com a coluna, apenas o Aeroporto de Salvador era dado como certo e se especulava se a BR-101 seria concedida integralmente (de Feira a Mucuri) ou apenas em parte. A inclusão de Aratu é uma surpresa.
“Isso (Concessão de Aratu) irá reforçar a posição do estado para atrair novas empresas. Não podemos abrir mão disso como elemento estratégico, onde a iniciativa privada tem total interesse em ser parceira nestes investimentos”, afirmou o governador.
Além de Salvador, outros três aeroportos serão
transferidos para a administração do setor privado nesta rodada: Porto
Alegre, Florianópolis e Fortaleza. O ministro da Secretaria de
Comunicação Social, Edinho Silva, não adiantou números do novo plano,
mas disse que este será "o maior anúncio de infraestrutura" já feito
pelo governo.
O pacote de estímulo à infraestrutura é uma das principais apostas do governo para destravar a economia nos próximos anos.
Dependendo do tipo de concessão e de empreendimento,
os leilões podem seguir o maior valor de outorga – no qual a empresa
que der o maior lance assume o projeto –, a menor tarifa (ganha quem
oferecer a tarifa ou o pedágio mais barato e comprovar a capacidade de
executar o plano de obras) e parcerias público-privadas nas quais o
governo e as empresas privadas compartilham investimentos.
O programa também prevê a concessão de linhas de
crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
para as empresas vencedoras de alguns leilões. Parte dos empréstimos
seguirão a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), taxa subsidiada que
serve de base para os financiamentos do banco de fomento.
O governo quer ainda estimular o uso de instrumentos
financeiros para canalizar recursos privados para os projetos no médio e
no longo prazo.
Fundo para inovação fica pronto em dois meses, afirma secretário
A cadeia da energia eólica será a primeira a ser beneficiada pelo Fundo Estadual de Pesquisa, que terá R$ 120 milhões em recursos para financiar investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.
O governador Rui Costa tem defendido, desde que assumiu o cargo, que os recursos sejam utilizados para estimular as empresas com atuação na Bahia a investir em inovação. A primeira linha de pesquisa, que vai beneficiar as empresas do setor eólico, será apresentada dentro de 30 dias, confirmou ontem o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Manoel Mendonça.
“Daqui a dois meses o plano estará pronto para ser apresentado. No mês que vem já teremos o plano de eólica totalmente estruturado. Em seguida, teremos o plano para TI (tecnologia da informação), e para a indústria química e petroquímica”, disse Mendonça.
Ele explicou que o fundo é composto por recursos garantidos no orçamento do governo. “Ele é composto por 1% do fator líquido do ICMS”, explicou. Segundo o secretário, o governo está modificando a utilização dos recursos para “alinhar ao plano de desenvolvimento econômico”, sem desassistir o financiamento da pesquisa básica.
“Vamos continuar financiando a pesquisa básica, bolsas de pós-graduação, esse tipo de coisas, mas esse fundo de investimento será alinhado ao desenvolvimento econômico, ao mesmo tempo em que vamos colocar a necessidade de uma contrapartida das empresas”, disse.
A ideia inicial do governo em relação à contrapartida, já apresentada anteriormente pelo governador Rui Costa, é de que a cada R$ 1 em investimento privado na área de inovação, o governo responda com mais R$ 1, desde que a pesquisa seja feita numa área de interesse do governo baiano.
“Tão importante quanto ter esses investimentos na montagem e fabricação de componentes, é ter a pesquisa dessa indústria tão valiosa e tão líder de mercado na área de inovação”, defende o governador Rui Costa.
Fundo para inovação fica pronto em dois meses, afirma secretário
A cadeia da energia eólica será a primeira a ser beneficiada pelo Fundo Estadual de Pesquisa, que terá R$ 120 milhões em recursos para financiar investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos produtos.
O governador Rui Costa tem defendido, desde que assumiu o cargo, que os recursos sejam utilizados para estimular as empresas com atuação na Bahia a investir em inovação. A primeira linha de pesquisa, que vai beneficiar as empresas do setor eólico, será apresentada dentro de 30 dias, confirmou ontem o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Manoel Mendonça.
“Daqui a dois meses o plano estará pronto para ser apresentado. No mês que vem já teremos o plano de eólica totalmente estruturado. Em seguida, teremos o plano para TI (tecnologia da informação), e para a indústria química e petroquímica”, disse Mendonça.
Ele explicou que o fundo é composto por recursos garantidos no orçamento do governo. “Ele é composto por 1% do fator líquido do ICMS”, explicou. Segundo o secretário, o governo está modificando a utilização dos recursos para “alinhar ao plano de desenvolvimento econômico”, sem desassistir o financiamento da pesquisa básica.
“Vamos continuar financiando a pesquisa básica, bolsas de pós-graduação, esse tipo de coisas, mas esse fundo de investimento será alinhado ao desenvolvimento econômico, ao mesmo tempo em que vamos colocar a necessidade de uma contrapartida das empresas”, disse.
A ideia inicial do governo em relação à contrapartida, já apresentada anteriormente pelo governador Rui Costa, é de que a cada R$ 1 em investimento privado na área de inovação, o governo responda com mais R$ 1, desde que a pesquisa seja feita numa área de interesse do governo baiano.
“Tão importante quanto ter esses investimentos na montagem e fabricação de componentes, é ter a pesquisa dessa indústria tão valiosa e tão líder de mercado na área de inovação”, defende o governador Rui Costa.
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