Apelidada de "mendigata", Jéssica Pinto da Luz diz que é viciada em tíner e tem medo de perder a guarda da filha
Foto: Gustavo Stephan Agência Globo
Jéssica, jovem capixaba que está morando nas ruas de Niterói, RJ
Uma jovem capixaba chamou a atenção no Rio de Janeiro após ser
tema de uma reportagem do jornal O Globo, publicada neste sábado (18).
Jéssica Pinto da Luz, de 22 anos, mora nas ruas e chama a atenção dos
pedestres do Centro de Niterói, que a apelidaram de “mendigata” e
“Gisele Bündchen”. Durante todo o sábado, a moradora de rua virou
assunto nas redes sociais.
Segundo o jornal, a jovem é viciada em tíner e, por causa do vício,
perdeu a guarda da filha mais velha, em 2009. Agora, diz que luta para
que o mesmo não aconteça à caçula, de 1 ano e 1 mês, que ficou com a
irmã dela em Sorocaba (SP), onde morava, antes de ir para o Rio tentar
um emprego.
Jéssica contou ao jornal O Globo que, antes de optar pelas ruas
de Niterói, trabalhou em Copacabana como balconista e, depois, como
prostituta, época em que, diz a jovem, conseguia pagar o aluguel de um
apartamento.
Em nota, a prefeitura afirma que “a jovem não se
encontra mais no local e está sendo acompanhada desde quinta-feira pelas
equipes de assistência social e saúde”. Jéssica diz que tem passado os
dias no abrigo municipal Florestan Fernandes, no Centro, e que, à noite,
volta às ruas para dormir.
No entanto, segundo uma funcionária
do abrigo municipal Florestan Fernandes que conversou com a reportagem
do Gazeta Online, Jéssica aparece algumas vezes durante o dia mas não
costuma ficar no abrigo e não aceita ajuda e orientação das assistentes
sociais. "Ela vive o mundo dela, a gente dá conselho, mas ela acha que
sabe de tudo", afirmou.
Neste sábado, a reportagem não conseguiu localizar nenhum parente de Jéssica no Espírito Santo.
Foto: Gustavo Stephan Agência Globo
Jéssica, jovem capixaba que está morando nas ruas de Niterói, RJ
Jéssica contou ao jornal O Globo que, antes de optar pelas ruas de Niterói, trabalhou em Copacabana como balconista e, depois, como prostituta, época em que, diz a jovem, conseguia pagar o aluguel de um apartamento.
Em nota, a prefeitura afirma que “a jovem não se encontra mais no local e está sendo acompanhada desde quinta-feira pelas equipes de assistência social e saúde”. Jéssica diz que tem passado os dias no abrigo municipal Florestan Fernandes, no Centro, e que, à noite, volta às ruas para dormir.
No entanto, segundo uma funcionária do abrigo municipal Florestan Fernandes que conversou com a reportagem do Gazeta Online, Jéssica aparece algumas vezes durante o dia mas não costuma ficar no abrigo e não aceita ajuda e orientação das assistentes sociais. "Ela vive o mundo dela, a gente dá conselho, mas ela acha que sabe de tudo", afirmou.
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